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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

O’BRIEN, J. A. Sistemas de Informação: e as decisões gerenciais na era da Internet. São Paulo: Saraiva, 2001. (10 ex.)

OLIVEIRA, J. F. Sistemas de informação versus tecnologias da informação.  São Paulo: Érica, 2004. (5 ex.)

STAIR, R. M. Princípios de sistemas de informações: uma abordagem gerencial. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. (4 ex.)

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ALBERTIN, A. L. Administração de informática: funções e fatores críticos de sucesso. São Paulo: Atlas, 1999.  (2 ex.)

BIO, S. R. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. São Paulo: Atlas, 1996. (4 ex.)

LAUDON, K. C.; LAUDON, J. P. Sistemas de informações. Rio de Janeiro: LTC, 1999.  (5 ex.)

MELO, I. S. Administração de sistemas de informação. São Paulo: Pioneira, 2002.  (4 ex.)

ROSINI, A. M. Administração de sistemas de informação e a gestão do conhecimento. São Paulo: Pioneira 2003.  (2 ex.)

 

CONCEITO DE SISTEMAS

Conjunto de partes organizadas para a realização de um objetivo comum. Exemplo: organismo humano, empresa, sistema de contabilidade


NATUREZA DOS SISTEMAS

Simples: poucos elementos ou componentes e a relação ou interação entre os elementos é descomplicada e direta (ex: Bolo)

Complexo: tem muitos elementos que são altamente relacionados e interconectados (ex: Fabricação Foguete)

Aberto: interage com o ambiente

EXEMPLOS: 

Organismos vivos: alto grau de interação com o ambiente 

Empresas: matérias-primas e entradas fluem para dentro do sistema, são processadas e retornam como bens e serviços (saídas) para o ambiente (cliente).

Fechado: não há qualquer interação com o ambiente (ex: grupo pequeno reunido para discutir fabricação vinhos clássicos, menor interação)

Permanente: existe ou existirá por um longo período de tempo. (Ex: empresas estão abertas por mais de 10 anos)

Temporário: não existirá por longo período de tempo (Ex: uma palestra ou show)

Estável: mudanças no ambiente resultam em pouca ou nenhuma mudança no sistema (Ex: empresa pequena com 1 funcionário - o dono - com garantia de venda dos produtos através de contratos).

Dinâmico: sofre mudanças rápidas e constantes devido às mudanças no seu ambiente. (Ex: bolsa de Valores).


SISTEMA COMPLEXO

Um sistema é dito ser um sistema complexo quando suas propriedades não são uma consequência natural de seus elementos constituintes vistos isoladamente. As propriedades emergentes de um sistema complexo decorrem em grande parte da relação não-linear entre as partes. Costuma-se dizer de um sistema complexo que o todo é mais que a soma das partes. Exemplos de sistemas complexos incluem sistemas sociais (redes sociais), biológicos (colônias de animais) e físicos (clima). Áreas intimamente relacionadas a sistemas complexos são a teoria do caos e sistemas multiagentes, e um embasamento teórico e filosófico para estes sistemas é encontrado no estudo da complexidade.

FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistemas_complexos acessado em 14/02/2010


SISTEMAS ABERTOS E FECHADOS

As observações científicas mostram que os sistemas recebem do meio ambiente fluxo de matéria, de energia e de informações. Mostram ainda que os elementos que compõem um Sistema mudam constantemente, mas que a estrutura permanece idêntica. Pode-se afirmar que um Sistema continua em equilíbrio com o meio ambiente, mesmo sendo atravessado constantemente por diversos fluxos.


Sistemas fechados: são os sistemas que não apresentam intercâmbio com o meio ambiente que os circunda , pois são herméticos a qualquer influência ambiental . Sendo assim , os sistemas fechados não recebem nenhuma influência do ambiente e, por outro lado , também não o influenciam . Não recebem nenhum recurso externo e nada produzem que seja enviado para fora . A rigor , não existem sistemas fechados , na acepção exata do termo . Os autores têm dado o nome de sistemas fechados àqueles sistemas cujo o comportamento é totalmente determinístico e programado e que operam com pouquíssimo intercâmbio de matéria e energia com o meio ambiente . O termo também é utilizado para os sistemas completamente estruturados , onde os elementos e relações combinam-se de uma maneira peculiar e rígida produzindo uma saída invariável . São os chamados sistemas mecânicos , como as máquinas.

Sistemas abertos: são os sistemas que apresentam relações de intercâmbio com o ambiente , através de entradas e saídas . Os sistemas abertos trocam matéria e energia regularmente com o meio ambiente . São eminentemente adaptativos , isto é , para sobreviverem devem reajustar-se constantemente às condições do meio . Mantêm um jogo recíproco com as forças do ambiente e a qualidade de sua estrutura é otimizada quando o conjunto de elementos do sistema se organiza , aproximando-se de uma operação adaptativa . A adaptabilidade é um contínuo processo de aprendizagem e de auto-organização . Os sistemas abertos não podem viver em isolamento . Os sistemas fechados – isto é , os sistemas que estão isolados de seu meio ambiente – cumprem o segundo princípio da termodinâmica que diz que “uma certa quantidade , chamada entropia , tende a aumentar a um máximo” . A conclusão é que existe uma “tendência geral dos eventos na natureza física em direção a um estado de máxima desordem”. Porém , um sistema aberto “mantém a si próprio , em um contínuo fluxo de entrada e saída , uma manutenção e sustentação dos componentes , nunca estando ao longo de sua vida em um estado de equilíbrio químico e termodinâmico , obtido através de um estado firme , chamado “homeostasia”. Para tanto, os sistemas abertos podem utilizar como forma de REGULAÇÃO dois mecanismos: feedback negativo e feedback positivo. Por meio do FEEDBACK NEGATIVO, o sistema tende a anular as variações do meio ambiente, recusando qualquer informação que ponha em jogo seu equilíbrio a fim de mantê-lo invariante. Por outro lado, o FEEDBACK POSITIVO tende a amplificar o fluxo vindo do meio ambiente, levando o sistema a um novo estado de equilíbrio, o que caracteriza a capacidade de mudança e de adaptação de um organismo.

Os sistemas abertos , portanto , “evitam o aumento da entropia e podem desenvolver – se em direção a um estado de crescente ordem e organização” ( entropia negativa ) . Através da interação ambiental , os sistemas abertos “restauram a própria energia e reparam perdas em sua própria organização”.

Fonte: http://www.algiconsultoria.com.br/artigos/teoria_sistemas.htm acessado em 14/02/2010  

SISTEMAS ESTÁTICO E DINÂMICO

É importante diferenciar um sistema estático de um sistema dinâmico. O sistema estático é aquele em que as propriedades descritivas do sistema não variam com o tempo, podendo variar espacialmente. Já no sistema dinâmico tais propriedades variam no tempo, podendo também variar espacialmente.

Exemplo de sistema estático: viga carregada estaticamente, isto é, com cargas constantes, pois os deslocamentos de seus pontos variam espacialmente mas não com o tempo.

Exemplo de sistema dinâmico: a mesma viga carregada dinamicamente, ou seja, com cargas que mudam com o tempo, pois os deslocamentos de seus pontos variam também com o tempo.

Os sistemas dinâmicos não são necessariamente de natureza física. Podemos ter sistemas econômicos, sistemas biológicos, sistemas de informação, sistemas ecológicos, sistemas de trânsito, etc. 

fonte: http://www.ime.usp.br/~oda/contents/01Matem%E1tica/01Sistemas%20Din%E2micos/01_Introd.pdf ACESSADO EM 14/02/2010


DADOS VERSUS INFORMAÇÃO

Dados: fatos em sua forma primária

Informação: conjunto de fatos organizados de tal forma que adquirem valor adicional além do valor do fato em si. A transformação de um dado em informação é um processo

Processo: série de tarefas logicamente relacionadas, executadas para atingir um resultado definido.

O processo de definição de relações entre dados requer conhecimento

• Conhecimento: é o corpo ou as regras, diretrizes e procedimentos usados para selecionar, organizar e manipular dados para torná-los úteis para uma tarefa específica.

• A informação pode ser considerada um dado tornado mais útil através da aplicação do conhecimento

• A informação assume um valor maior para a organização se ela for uma informação relevante.


INFORMAÇÃO RELEVANTE


• Precisa: não tem erros

• Completa: contém todos os fatos importantes

• Econômica: a relação entre o valor da informação e o seu custo de produção deve ser vantajosa

• Flexível pode ser usada para diversas finalidades

• Significativa: importante para a tomada de decisão

• Em tempo: enviada quando necessária


SISTEMA DE INFORMAÇÃO VERSUS TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE INFORMAÇÃO: conjunto de componentes inter-relacionados que transformam dados em informação através da COLETA, PROCESSAMENTO, ARMAZENAMENTO e DISTRIBUIÇÃO de dados, para o controle e decisões organizacionais.

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO: as infra-estruturas de suporte para os sistemas de informação.

Sistemas de Informação e Sistemas de Apoio à Decisão

Orandi Mina Falsarella e Eduardo O C Chaves

FONTE: http://www.cpmjoaogomes.seed.pr.gov.br/redeescola/escolas/5/430/12/arquivos/File/apostilas%20dos%20professores/Apostila_11.pdf acessado em 04/03/2010

 

 



SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E A EVOLUÇÃO DA INFORMÁTICA NAS EMPRESAS

Orandi Mina Falsarella e Eduardo O C Chaves

 

 

 

1. Introdução

A área de Gerenciamento de Sistemas de Informação é bastante abrangente. Por isso, encontramos nela uma grande quantidade de termos, usados em tentativas de caracterizar e classificar os Sistemas de Informação (SI). Geralmente essa proliferação de termos mais complica do que ajuda o entendimento da área. Existem tantas siglas, como EDP ("Electronic Data Processing"), MIS ("Management Information Systems"), EIS ("Executive Information Systems"), ES ("Expert Systems"), DSS ("Decision Support Systems"), que fica difícil diferenciar, com certeza, os conceitos e as aplicações a que se referem. Na verdade, muitas vezes parece não existirem fronteiras claras, bem definidas, que limitam e demarcam corretamente esses conceitos.

Além disso, muitas das definições de SI encontradas na literatura, algumas das quais são discutidas neste trabalho, podem induzir o leitor a confundir os sistemas que descrevem com Sistemas de Apoio à Decisão (SAD), dando a impressão de que qualquer SI pode ser considerado como um SAD ou ser transformado em um SAD.

Pelos motivos apresentados, este trabalho tem os seguintes principais objetivos:

Definir e categorizar os vários tipos de SI descritos na literatura técnica;

Definir e demarcar SAD.


2. Sistemas de Informação

2.1. Definição

Sistemas de Informação (SI) são sistemas que permitem a coleta, o armazenamento, o processamento, a recuperação e a disseminação de informações. SI são, hoje, quase sem exceção, baseados no computador e apoiam as funções operacionais, gerenciais e de tomada de decisão existentes na organização. Os usuários de SI são provenientes tanto do nível operacional, como do nível tático e mesmo estratégico e utilizam SI para alcançar os objetivos e as metas de suas áreas funcionais.

Como bem ressalta Maurício Prates, em seu artigo "Conceituação de Sistemas de Informação do Ponto de Vista do Gerenciamento" [PRAT94], SI são formados pela combinação estruturada de vários elementos, a saber: a informação (dados formatados, textos livres, imagens e sons), os recursos humanos (pessoas que coletam, armazenam, recuperam, processam, disseminam e utilizam as informações), as tecnologias de informação (o hardware e o software usados no suporte aos SI) e as práticas de trabalho (métodos utilizados pelas pessoas no desempenho de suas atividades), organizados de tal modo a permitir o melhor atendimento dos objetivos da organização.

2.2. Características

Como observado na Introdução, uma grande quantidade de termos é usada para classificar e caracterizar SI. Uma forma de limitar e demarcar corretamente as fronteiras conceituais entre esses termos é relacionar cada tipo de SI com o estágio de utilização da informática em que uma organização se encontra.

Segundo Richard Nolan, em seu livro Management Accounting and Control of Data Processing [NOLA77], a evolução da informática numa organização ocorre em seis estágios:

Iniciação

Neste estágio o usuário é resistente ao uso da informática e seu envolvimento com a tecnologia é superficial. A organização encoraja o uso da informática e se preocupa com o aprendizado, mas poucas atividades são automatizadas.

Contágio

Neste estágio começam a proliferar SI informatizados, que automatizam atividades antes desenvolvidas manualmente, sem, porém, se preocupar com a integração das informações.

Controle

Neste estágio o crescimento do uso de SI na organização passa a ser explosivo, o usuário sendo a força propulsora. Por isso, a organização passa a exigir melhor gestão dos recursos de informática.

Integração

Neste estágio, em resposta à pressão por melhor gestão, os SI passam a ser orientados para atender às necessidades dos níveis gerenciais, as informações são de melhor qualidade e é exigida maior integração entre elas.

Administração de Dados

Neste estágio, os SI começam a ser organizados em termos de sistemas que interessam à organização como um todo (chamados corporativos) e sistemas de uso setorial ou especializado, havendo cuidado, em qualquer hipótese, com a correta administração dos dados, de modo a evitar redundâncias.

Maturidade

Neste estágio, a informação passa a ser considerada como patrimônio da organização, o usuário é participativo e responsável e o crescimento da informática é ordenado.

Na Seção 2.3, que descreve os vários tipos de SI, busca-se relacionar cada tipo de SI a um - ou mais de um - desses estágios.

2.3. Tipos

Embora possa haver muitas maneiras de categorizar os SI, uma forma interessante é a que os classifica em:

Sistemas Transacionais

Sistemas Gerenciais

Sistemas Executivos

Sistemas Especialistas

Sistemas de Apoio à Decisão



2.3.1. Sistemas Transacionais

O processo inicial de informatização de qualquer organização é baseado fundamentalmente no desenvolvimento e na implantação de SI transacionais (também chamados de operacionais). Esses SI são também identificados pela expressão "Electronic Data Processing" (EDPs), e eles são necessários para o controle operacional das organizações [TOM 91].

No modelo da evolução da informática nas organizações proposto por Richard Nolan, SI transacionais se enquadram nos estágios de iniciação e contágio. São sistemas operacionais, não integrados, atendem em geral à área administrativo-financeira, controlam, na maioria das vezes, o fluxo de informações financeiras, e os usuários finais esboçam uma certa resistência a utilizá-los. Os sistemas de folha de pagamento, contabilidade, controle de estoques, contas a pagar e a receber, faturamento, etc., são exemplos de SI transacionais.

As principais funções e características desses sistemas são:

Coletar, via digitação, os dados existentes nos documentos operacionais das organizações, validando-os;

Armazenar esses dados em meio magnético;

Ordenar ou indexar esses dados, de modo a facilitar o acesso a eles;

Permitir consultas, on-line ou em batch, aos dados, detalhados ou agregados, que permitam retratar diferentes aspectos das operações;

Gerar relatórios que possam ser distribuídos a outras pessoas que não os usuários diretos dos SI.


Muito embora esses sistemas só controlem o fluxo de informações operacionais, eles também disponibilizam informações para a tomada de decisão. Um exemplo disso pode ser um sistema de controle de estoques que fornece informações sobre a movimentação do estoque para o departamento de compras. Este departamento poderá, através dessas informações, tomar decisões sobre quais produtos deverão ser comprados e em que quantidade. Um EDP pode, portanto, fornecer informações para apoio à decisão. Isso, porém, não o torna, apenas em decorrência desse fato, um SAD.

2.3.2. Sistemas Gerenciais

A evolução natural da informatização das organizações, após a implantação dos EDP, é o desenvolvimento de sistemas que forneçam informações integradas e sumarizadas, provenientes de diversos sistemas transacionais. Essas informações têm capacidade de prover material para análise, planejamento e suporte à decisão [DAVI85] e possibilitam a gerentes de médio escalão visualizar o desempenho de seu departamento e mesmo da organização como um todo. Esses sistemas que suprem com informações a média gerência são geralmente chamados de "Management Information Systems" (MIS).

O surgimento desses sistemas acontece nos estágios de controle e integração, no modelo proposto por Richard Nolan, onde o usuário é força propulsora e exige informações em maior quantidade, menor tempo e com melhor nível de integração.

Um bom exemplo de MIS pode ser encontrado em um sistema que analisa as receitas e as despesas de uma organização e possibilita que gerentes as relacionem e comparem com o que foi planejado no orçamento.

As principais funções e características desses sistemas são:

Integrar dados de diversas aplicações e transformá-los em informação;

Fornecer informações para o planejamento operacional, tático e até mesmo estratégico da organização;

Suprir gerentes com informações para que estes possam comparar o desempenho atual da organização com o que foi planejado;

Produzir relatórios que auxiliem os gerentes a tomar decisões.

A grande maioria das informações produzidas por um MIS, quer seja para análise de tendências, quer seja para planejamento ou revisão, auxilia os gerentes no processo de tomada de decisão. Isso significa que um MIS pode ter funções específicas que façam parte de ambientes de apoio à decisão.

2.3.3. Sistemas Executivos

Com base nos dados existentes nos EDPs, nas informações disponíveis nos MIS e em informações coletadas de fontes externas à organização, é possível construir sistemas de informação dirigidos para a alta gerência. Esses sistemas que abastecem a alta gerência de informações são geralmente chamados de "Executive Information Systems" (EIS) e permitem que o executivo tenha ou ganhe acesso a informações internas e externas à organização que sejam relevantes para controlar os fatores críticos de sucesso [WATS92].

Segundo Henry C. Lucas Jr., em seu livro Information Systems Concepts for Management [LUCA90], um EIS não tem maiores diferenças conceituais em relação a um sistema de apoio à decisão. O que o diferencia é, em geral, a interface com o usuário, que deve permitir que um executivo o utilize com facilidade.

Os EIS começam a ser desenvolvidos nas organizações nos estágios de administração de dados e maturidade, no modelo definido por Richard Nolan. Nesses estágios os sistemas de informação existentes refletem o fluxo de informações da organização, o usuário participa integralmente do desenvolvimento dos sistemas, as informações passam a ser consideradas patrimônio da organização, o crescimento da informática é ordenado, a informática passa a ter função de apoio estratégico para a organização e não se tomam decisões sem base nas informações produzidas por um EIS.

As principais funções e características desses sistemas são:

Gerar mapas, gráficos e dados que possam ser submetidos a análise estatística para suprir os executivos com informações comparativas, fáceis de entender;

Fornecer dados detalhados sobre passado, presente e tendências futuras das unidades de negócios em relação ao mercado para auxiliar o processo de planejamento e de controle da organização [WATS92];

Possibilitar a análise das informações obtidas;

Permitir que o executivo se comunique com o mundo interno e externo através de interfaces amigáveis (correio eletrônico, teleconferência, etc.) que sejam flexíveis a ponto de se ajustarem ao seu estilo pessoal;

Oferecer ao executivo ferramentas de organização pessoal (calendários, agendas eletrônicas, etc.) e de gerenciamento de projetos, tarefas e pessoas.


2.3.4. Sistemas Especialistas

O conhecimento e as experiências que uma pessoa detém sobre determinada área do conhecimento precisa ser, muitas vezes, preservado e disseminado para que pessoas com menos conhecimento e experiência possam deles se valer para resolver seus problemas [ROCK86].

Existem sistemas de informação que armazenam e disponibilizam o conhecimento e as experiências de especialistas. Esses SI são geralmente conhecidos como "Expert Systems" (ES), quando fornecem, eles mesmos, soluções para determinados problemas, e como "Expert Support Systems" (ESS), quando fornecem informações extraídas das bases de conhecimento a profissionais e executivos para auxiliá-los no processo de tomada de decisão.

Normalmente, o desenvolvimento desses sistemas não depende da existência de outros SI e, portanto, eles podem ser desenvolvidos em qualquer um dos estágios da evolução da informática no modelo definido por Richard Nolan.

As principais funções e características desses sistemas são:

Armazenar o conhecimento e as experiências de especialistas em bases de conhecimento;

Utilizar mecanismos de inferência integrados às bases de conhecimento para resolver - ou auxiliar a resolver - problemas;

Possibilitar a inclusão de novos conhecimentos nas bases de conhecimentos sem eliminar os conhecimentos já armazenados.


2.3.5. Sistemas de Apoio à Decisão

Os SI até aqui descritos podem ter funções que forneçam informações para tomada de decisão. Segundo Ralph H. Sprague e Hugh J. Watson, no livro Sistemas de Apoio à Decisão [SPRA91], qualquer SI que forneça informações para auxílio à decisão é um sistema de apoio à decisão (SAD).

Essa afirmação é, porém, bastante questionável, pois SAD são sistemas que não só fornecem informações para apoio à tomada de decisão, mas que contribuem para o processo de tomada de decisão. A obtenção da informação é apenas parte do processo, como veremos detalhadamente adiante.

SAD, que também são conhecidos como "Decision Support Systems" (DSS), possuem funções específicas, não vinculadas aos sistemas existentes, que permitem buscar informações nas bases de dados existentes e delas retirar subsídios para o processo de tomada de decisão. SAD começam a ser desenvolvidos na organização a partir dos estágios de controle e integração no modelo proposto por Richard Nolan.

SAD serão discutidos em maior detalhe a seguir.

3. Sistemas de Apoio à Decisão

3.1. Conceituação

A necessidade dos SAD surgiu na década de 70, em decorrência de diversos fatores, como, por exemplo, os seguintes:

Competição cada vez maior entre as organizações;

Necessidade de informações rápidas para auxiliar no processo de tomada de decisão;

Disponibilidade de tecnologias de hardware e software para armazenar e buscar rapidamente as informações;

Possibilidade de armazenar o conhecimento e as experiências de especialistas em bases de conhecimentos;

Necessidade de a informática apoiar o processo de planejamento estratégico empresarial.



Esses fatores contribuíram para que as organizações começassem a desenvolver SI que pudessem fornecer informações para auxiliar no processo de tomada de decisão.

A literatura disponível sobre SAD não deixa muito claro o que vem a ser um SAD. Existem muitas definições que são contraditórias e que podem, inclusive, ser confundidas com definições de outros tipos de SI.

Dentre as definições consultadas, ilustremos com três:

"SAD é um sistema de informação que apoia qualquer processo de tomada de decisão em áreas de planejamento estratégico, controle gerencial e controle operacional" [SPRA91].

"SAD é um sistema baseado em computador que auxilia o processo de tomada de decisão utilizando dados e modelos para resolver problemas não estruturados " [LUCA90].

"SAD é uma estratégia de implementação que torna o computador útil ao gerente" [ROCK86].



Analisando essas definições, algumas questões podem ser levantadas, como, por exemplo:

Um EIS também auxilia o processo de tomada de decisão na área de planejamento estratégico e, nem por isso, é chamado de SAD. O mesmo acontece com MIS na área de controle gerencial e com EDP na área de controle operacional.

Um SAD também serve para auxiliar a resolução de problemas estruturados.

Todo SI pode ser útil ao nível gerencial e, nem por isso, todo SI será um SAD.


Um EIS, um MIS e um EDP podem ter funções que forneçam informações para apoio à decisão. Porém, esses SI não foram construídos com o objetivo de auxiliar o processo de tomada de decisão. Quando se fala em auxiliar o processo de tomada de decisão, isso não significa somente fornecer informações para apoio à decisão, mas, também, analisar alternativas, propor soluções, pesquisar o histórico das decisões tomadas, simular situações, etc.

O processo de tomada de decisão se desenrola, portanto, através da interação constante do usuário com um ambiente de apoio à decisão especialmente criado para dar subsídio às decisões a serem tomadas.

 

Bibliografia

AWAD88; Awad, Elias M., Management Information Systems, Benjamin/Cummings, 1988.

BURC89; Burch, John G. e Gary Grudnitski, Information Systems - Theory and Practice, John Wiley & Sons, 1989.

DAVI85; Davis, Gordon B. e Margrethe H. Olson, Management Information Systems, McGraw-Hill, 1985.

FITZ93; Fitzpatrick, Kathy E., Joanna R. Baker e Dinesh S. Dave, "An Application of Computer Simulation to Improve Scheduling of Hospital Operating Room Facilities in the United States", International Journal of Computer Applications in Technology, 1993.

KRAS91; Krasner, Herb, John McInroy e Diane B. Walz, "Groupware Research and Technology Issues with Application to Software Process Management", IEEE Transactions on Systems, Man, and Cybernetics, July/August, 1991.

LUCA90; Lucas, Henry C. Jr., Information Systems Concepts for Management, McGraw-Hill International, 1990.

MART92; Martin, James, Hiperdocumentos e Como Criá-los, Campus, 1992.

MITT86; Mittra, Sitansu S., Decision Support Systems Tools and Techniques, John Wiley & Sons, 1986.

NOLA77; Nolan, Richard L., Management Accounting and Control of Data Processing, National Association of Accountants, 1977.

PRAT94; Prates, Maurício, "Conceituação de Sistemas de Informação do Ponto de Vista do Gerenciamento", Revista do Instituto de Informática, PUCCAMP, Março/Setembro, 1994.

ROCK86; Rockart, John F. e Cristine V. Bullen, The Rise of Managerial Computing, Dow Jones-Irwin, 1986.

SPRA91; Sprague, Ralph H. e Hugh J.Watson, Sistemas de Apoio à Decisão, Campus. 1991.

TOM 91; Tom, Paul L., Managing Information as a Corporate Resource, Harper Collings Publishers, 1991.

WATS92; Watson, Hugh J., R. Kelly Rainer e George Houdeshel, Executive Information Systems, John Wiley & Sons, 1992.


 

 

 

TI VERDE 

É um conjunto de práticas para tornar mais sustentável e menos prejudicial o uso da computação.

Não é novidade alguma o fato de atualmente dependermos profundamente dos computadores para nossa vida, nosso trabalho e nosso bem estar. Comprar de tudo via Internet não é luxo, mas hábito estabelecido de muita gente. Porém, tudo isso depende de diversos computadores
operando no "meio do caminho".
As práticas da TI verde buscam reduzir o desperdício e aumentar a eficiência de todos os processos e fenômenos relacionados à operação desses computadores "no meio do caminho.

A adoção das práticas de TI verde jamais foi tão difundida quanto hoje. Além dos fortes investimentos em gerenciamento de energia, todas as outras práticas estão cada vez mais presentes no discurso de venda das empresas.

A tradicional listagem "Top 500", que expõe semestralmente os 500 supercomputadores mais poderosos do planeta, agora tem seu contraponto na "Green 500", que mostra os 500 supercomputadores energeticamente mais eficientes. Na quinta e última lista "Green 500", os 13 primeiros colocados são mais eficientes que o primeiro colocado da primeira lista, feita em 2007.

Além da redução de consumo, temos a virtualização, que aumenta drasticamente a eficiência dos processos computacionais. As soluções de virtualização já se tornaram parte obrigatória do portfolio de todas as grandes empresas de TI. Naturalmente, com o valor da virtualização tão alto, rapidamente os principais fabricantes de softwares de virtualização foram adquiridos por grandes empresas.

Em relação à fabricação de computadores, já existem vários modelos à venda que alegam não utilizar metais pesados em sua fabricação. Os fabricantes mais antenados estão abandonando os plásticos e metais em troca de materiais naturais: há modelos de laptops com gabinete feito de fibras de bambu e madeira, por exemplo.

E por último, o software também participa disso. Os programas têm avançado significativamente em relação à otimização do processamento, de forma a realizar menos operações para efetuar cada tarefa, ou simplesmente realizá-las todas de uma vez para manter o processador em modo de economia de energia por mais tempo. Os softwares desenvolvidos de forma colaborativa, chamados de softwares livres, naturais ou orgânicos, têm crescido constantemente, e são a última palavra em otimização.

Fonte: http://br.hsmglobal.com/notas/53556-o-que-e-ti-verde acessado em 25 de maio de 2010

 

 

REALIDADE VIRTUAL AUMENTADA

 

 

De uma forma simples, Realidade Aumentada é uma tecnologia que permite que o mundo virtual seja misturado ao real, possibilitando maior interação e abrindo uma nova dimensão na maneira como nós executamos tarefas, ou mesmo as que nós incumbimos às máquinas. Assim, se você pensava que objetos pulando para fora da tela eram elementos de filmes de ficção científica, está na hora de mudar seus conceitos. Aliás, o que acontece com a Realidade Aumentada é o contrário: você pulará para dentro do mundo virtual para interagir com objetos que só estão limitados à sua imaginação.

Realidade Aumentada é utilizada combinando-se um código de duas dimensões com um programa de computador.

Como funciona?

Três componentes básicos são necessários para a existência da Realidade Aumentada:

1. Objeto real com algum tipo de marca de referência, que possibilite a interpretação e criação do objeto virtual;

2. Câmera ou dispositivo capaz de transmitir a imagem do objeto real;

3. Software capaz de interpretar o sinal transmitido pela câmera ou dispositivo.

O processo de formação do objeto virtual é o seguinte:

1. Coloca-se o objeto real em frente à câmera, para que ela capte a imagem e transmita ao equipamento que fará a interpretação.

2. A câmera “enxerga” o objeto e manda as imagens, em tempo real, para o software que gerará o objeto virtual.

3. O software já estará programado para retornar determinado objeto virtual, dependendo do objeto real que for mostrado à câmera.

4. O dispositivo de saída (que pode ser uma televisão ou monitor de computador) exibe o objeto virtual em sobreposição ao real, como se ambos fossem uma coisa só

O vídeo abaixo é um exemplo de como a Realidade Aumentada pode ser usada. No caso apresentado, são utilizadas impressões aparentemente sem qualquer sentido, mas que já estão programadas no software de interpretação e são transformadas em objetos tridimensionais, como telefones e formas geométricas

 

Clique no link abaixo para assistir o vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=6Eohr1mmRTo&feature=PlayList&p=2DC2A7417DFF4652&playnext_from=PL&index=0&playnext=1

 

Em outras palavras, o software de Realidade Aumentada é programado com imagens, sinais ou ações pré-definidas e as respostas que deverão ser dadas a elas. Quando o programa recebe essas informações, ele as interpreta e exibe a resposta, que pode ser desde uma simples forma geométrica até objetos mais complexos, como animais que reagem a um carinho na barriga.

A Realidade Aumentada ainda está em uma fase inicial de desenvolvimento, mas aplicações incríveis já foram criadas para ela. Imagine poder abrir um livro qualquer e assistir à batalha do bandido contra o mocinho, naquela história épica e sangrenta. Nenhum monitor seria necessário, pois o livro viria com óculos especiais que criariam as imagens diante dos seus olhos, a cada nova página aberta. Ou ainda, suponha que você comprou o carro dos seus sonhos, mas não tem a menor ideia da quantidade de recursos que o veículo possui. A Realidade Aumentada permitiria que objetos virtuais fossem colocados na sua frente e dessem as instruções que você deveria seguir para mexer no complexo funcionamento do automóvel.

Como a Realidade Aumentada ainda está chegando ao mercado, você ainda poderá encontrar muitas ideias em processo de desenvolvimento e certamente muitas novidades ainda aparecerão. Mas e se você pudesse criar sua própria aplicação para a tecnologia? Qual seria a sua criação? Como você gostaria que ela fosse usada e que tipo de objeto apareceria para o usuário? Os comentários estão abertos. Solte a sua imaginação.

Fonte: http://www.baixaki.com.br/info/2124-como-funciona-a-realidade-aumentada.htm acessado 25/05/2010

 

 

EAD (Educação a distância) 

 

 

 

 

Educação a distância (EaD, também chamada de teleducação), por vezes designada erradamente por ensino à distância, é a modalidade de ensino que permite que o aprendiz não esteja fisicamente presente em um ambiente formal de ensino-aprendizagem, assim como, permite também que faça seu auto estudo em tempo distinto. Diz respeito também à separação temporal ou espacial entre o professor e o aprendiz.

A interligação (conexão) entre professor e aluno se dá por meio de tecnologias, principalmente as telemáticas, como a Internet, em especial as hipermídias, mas também podem ser utilizados o correio, o rádio, a televisão, o vídeo, o CD-ROM, o telefone, o fax, o celular, o iPod, o notebook, entre outras tecnologias semelhantes.

Na expressão ensino a distância a ênfase é dada ao papel do professor (como alguém que ensina a distância). O termo educação é preferido por ser mais abrangente, embora nenhuma das expressões, segundo o professor, seja plenamente completa.

O aluno em educação a distância normalmente são pessoas com mais idade e maturidade. O aluno precisa ser autodidata e saber sua melhor forma de estudo para a realização das tarefas sem cobrança de um professor, precisa ser curioso, questionar, trocar informações e dar sugestões.

Fonte: http://www.e-trabalhabrasil.com.br/educacional/artigos/EaD_educacao_a_distancia.asp acessado em 25/05/2010

 

 

E-LEARNING

 

 O que é e-learning?

Tecnicamente, o e-learning é o ensino realizado através de meios eletrônicos. É basicamente um sistema hospedado no servidor da empresa que vai transmitir, através da Internet ou Intranet, informações e instruções aos alunos visando agregar conhecimento especifico. O sistema pode substituir total ou parcialmente, o que é mais comum, o instrutor, na condução do processo de ensino. No e-learning, as etapas de ensino são pré-programadas, divididas em módulos e são utilizados diversos recursos como o e-mail, textos e imagens digitalizadas, sala de bate-papo, links para fontes externas de informações, vídeos e teleconferências, entre outras. O treinamento com o e-learning pode ser montado pela própria empresa ou por qualquer dos fornecedores desse tipo de solução já existentes no mercado. 

Vantagens do e-learning.

Quais as vantagens! A primeira vantagem do e-learning, e que serviu como exemplo no inicio desse artigo, é o rompimento de barreiras geográficas e temporais. Com o e-learning, um curso sobre um novo produto, por exemplo, pode ser feito de qualquer local do planeta a qualquer momento, bastando para isso o acesso a Internet e uma senha. Enquanto, espera ser atendido pelo comprador, o seu vendedor pode puxar o lap-top e ler o texto sugerido no curso; em casa, enquanto seu companheiro(a) perde tempo assistindo Big Brother, o vendedor pode fazer os exercícios propostos pelo instrutor.  Em síntese, o e-learning possibilita ao aluno gerenciar o seu próprio tempo disponível, dentro dos parâmetros estabelecidos pelo curso, e sem perder tempo com deslocamentos. 

Outra vantagem do E-Learning está realacionado a aprendizagem do conteúdo. Uma vez montado o curso para um aluno, a sua reprodução para dois, centenas, ou milhares de alunos pode ser feita a um custo marginal insignificante. Com um curso tradicional, o máximo que se consegue é montar turmas de alunos, até se completar todo o universo que se pretenda atingir numa escala crescente de custos, energia e tempo dispendido.  Evidentemente, isso sugere que, para poucos alunos, talvez um treinamento convencional seja a solução mais adequada que o e-learning. Por outro lado, pensando em termos de políticas públicas de ensino, onde o universo se mede não em milhares, mas em milhões de candidatos à instrução, é possível que o e-learning, venha a representar uma verdadeira revolução na geração de conhecimento.rma que a Internet, não substitui a TV que, por sua vez, não fez desaparecer o rádio. O e-learning é uma nova ferramenta potencializada pela Internet e perfeitamente ajustada às características de nosso tempo, marcado pela agilidade, velocidade e gigantescos volumes de informação a serem digeridos. No que se refere às empresas, o objetivo não deve ser simplesmente substituir a forma de ensino tradicional pelo e-learning, mas sim, utilizar essa ferramenta na medida adequada às suas necessidades. De tal forma que os objetivos da organização sejam plenamente atingidos.

COMO COMEÇOU A SER UTILIZADO O E-LEARNING

 

O e-learning começou a ser utilizado mais nas áreas tecnológicas, para a aprendizagem se software. Atualmente, a sua principal utilização tem sido na área de gestão, incluindo todos os seus temas relacionados. Na área empresarial a sua utilização para a capacitação na área de vendas e atendimento ao cliente desponta numa das mais promissoras aplicabilidades. Na area do ensino tradicional, os cursos de formação complementar e pós- graduação são os que devem beneficiar com uma maior intensidade das estratégicas de e-learning.

 

O desenvolvimento do programa e-learning tem um custo elevado, porem permite transmitir mais conteúdos para mais pessoas em menos tempo e com menor custo do que no modo tradicional.Os programas de e-learning permite também uma aprendizagem mais rápida do que os tradicionais, pelo fato do aluno poder avançar no conteúdo segundo o seu próprio ritmo. O aluno também pode estruturar seu tempo, com um maior aproveitamento.

 

O programa e-learning têm recebido muitas criticas quanto a ausência do contato humano direto e as deficiências geradas pelo tal fato. Alguns especialistas e defensores do e-learning argumentam que a aprendizagem baseada em tecnologia compensa a falta de contato humano com criação de comunidades virtuais que interagem através de chat’s, fóruns, e-mail, etc, enriquecendo o processo relacional de pessoas com o mesmo interesse, mas  com diferentes visões e localizadas em distintas regiões ou país.

 

Fonte: http://www.e-commerce.org.br/artigos/e-learning_ensino.php acessado em 25/05/2010

 

 

VIDEOCONFERÊNCIAS

 

 

Atualmente, a existência de novas alternativas para as redes de computadores,(...) estão viabilizando o desenvolvimento de aplicações avançadas como videoconferência, vídeo interativo, bibliotecas digitais e laboratórios virtuais. Isto tem favorecido a comunidade acadêmica e instituições de pesquisa, além do setor comercial; e tem provocado um crescimento no uso do computador como uma ferramenta para mediar a comunicação em tempo real entre indivíduos e grupos, aumentando o número de ferramentas disponíveis e também o número de usuários destes serviços.
A videoconferência é uma forma de comunicação interativa que permite que a duas ou mais pessoas que estejam em locais diferentes, a comunicação com áudio e visualização de imagem em tempo real. Reuniões, cursos, conferências, debates, palestras são conduzidas como se todos os participantes estivessem juntos no mesmo local. Com os recursos da videoconferência, pode-se conversar com os participantes e, ao mesmo tempo visualizá-los na tela de um monitor (telão ou televisão, dependendo dos recursos utilizados), trocando informações como se fosse pessoalmente.
Uma grande variedade de soluções para sistemas de videoconferência está disponível e cada aplicação, de acordo com o seu propósito, pode ter necessidades diferentes com relação a equipamentos, à infra-estrutura de comunicação e à qualidade de serviço. Considerando estes fatores, um sistema de videoconferência deve se adequar da melhor forma possível aos recursos que a infra-estrutura de rede oferece. Além disso, o modelo de comunicação escolhido (centralizado, descentralizado ou híbrido) pode influenciar no tipo de recursos que serão utilizados na aplicação.

Fonte: http://penta3.ufrgs.br/videoconferencia/cdEspecRedesVidconfVOIP/TextoApoio/SolucoesVideoconfH323SIP.pdf acessado em 25/05/2010

 

 

WORKFLOW

 

Workflow, na sua simplicidade, é o movimento de documentos e/ou tarefas através de um processo de trabalho. Mais especificamente, workflow é o aspecto operacional de um procedimento de trabalho: como as tarefas são estruturadas, quem as executa, suas ordens de execução, como elas são sincronizadas, como estas tarefas estão sendo acompanhadas (WORKFLOW, 2006).

O workflow, como toda expressão do nosso mundo (TI), rapidamente se transformou em chavão tecnológico, e ele nada mais é que o resultado da evolução da terminologia “automatização ou automação de processos” que também já foi chamado de “modernização” e em níveis de Governo Federal de “desburocratização”.

Segundo a WfMC (Workflow Management Coalition), um processo é "um conjunto coordenado de atividades (seqüenciais ou paralelas) que são interligadas com o objetivo de alcançar um meta comum", sendo atividade conceituada como "uma descrição de um fragmento de trabalho que contribui para o cumprimento de um processo" (WfMC, 2006).

Workflow é definido pela WfMC como “a automação total ou parcial de um processo de negócio, durante a qual documentos, informações e tarefas são passadas entre os participantes do processo” (WfMC, 2006).

A idéia de workflow não é nova, nem está associada especificamente a área de Tecnologia da Informação. Pelo contrário, desde a época dos primatas até hoje, o processo é semelhante: supervisores designam trabalhos, provavelmente baseado em treinamentos, habilidades e experiência, para as pessoas.

Nos últimos 15 anos, começaram a aparecer ferramentas para fazer não somente o trabalho, mas para gerenciar o fluxo desse trabalho.

Com um sistema workflow automatizado, os seguintes benefícios podem ser obtidos:

 

●O trabalho não enguiça nem perde o foco – raramente os despachantes são requisitados a resolver erros ou falhas na administração do processo.

●Os gerentes podem cuidar da equipe e das tarefas de negócio, tais como desempenhos individuais, otimização de processos e casos especiais, ao invés de se preocupar com a rotina das tarefas. Um exército de secretárias não é mais necessário para entregar e acompanhar um trabalho.

●Os processos são oficialmente documentados e seguidos exatamente, garantindo que o trabalho é executado na forma como foi planejado, satisfazendo todos os requisitos do negócio.

●A melhor pessoa (ou máquina) é alocada a fazer cada caso, e os casos mais importantes são alocados primeiro. Usuários não perdem tempo escolhendo em qual item trabalhar.

●Processamento paralelo, onde duas ou mais tarefas são executadas ao mesmo tempo, é de longe mais prático que em um workflow tradicional (manual).

Fonte: http://www.frameworkpinhao.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=28 acessado em 25/05/2010

 


 

 

E-COMMERCE  e  E-BUSINESS

 

 

 


 

Num primeiro momento, entenderemos do que se trata o termo e-business e qual a sua diferença para o e-commerce.

Comecemos pela história do e-commerce. Na sua primeira fase, o termo dizia respeito à presença na internet. Todas as empresas, grandes ou pequenas, deveriam ter um site na web. As empresas não tinham certeza porque faziam isso, mas sabiam que precisavam estar online. A segunda fase tratou das transações, comprar e vender no meio digital. Tratava-se simplesmente de realizar na internet transações que teriam sido feitas através de formulários de pedido em papel.

Atualmente, estamos na terceira fase do e-commerce. Chamamos essa fase de e-business porque inclui todas as aplicações e os processos que permitem a uma empresa realizar negócios na internet. É uma estratégia que redefine a antiga maneira de se fazer negócio e, com o auxílio da tecnologia web, maximiza o valor do cliente e consequentemente a lucratividade da empresa.

O e-business é uma fusão complexa dos processos da empresa, suas aplicações empresariais e sua estrutura organizacional, de modo a criar um modelo de negócio de alto desempenho.

Para facilitar o aprendizado utilizarei o exemplo dado por Carlos F. Franco, em seu livro ?E-Business Internet, Tecnologia e Sistemas de Informação na Administração de Empresas?. Considere a compra de um bilhete aéreo pela internet, não há exemplo melhor no momento de turbulência que passa nosso serviço aéreo.

Tente agora imaginar o que deve estar ?atrás? da tela do computador. Deve existir uma ligação com um sistema de cobrança bancária ou cartão de crédito. Deve também ter uma ligação com o sistema de fornecimento de alimentos, para atender ao caso daquele cliente que tenha solicitado algum tipo de alimentação especial para consumir a bordo. Ainda deverá existir uma ligação com os sistemas de gerenciamento de tráfego aéreo, para informar eventuais atrasos, e assim por diante.

Note que para que a parte visível da empresa seja vista, o e-commerce, é necessário que uma parte muito maior, mais completa, com um complexo sistema de integração envolvendo fornecedores (serviço de alimentação), prestadores de serviço (cartão de créditos ou bancos) e outros agentes (sistema de tráfego aéreo, meteorologia, etc.) esteja estruturada de maneira eficiente, isso é e-business.

O e-commerce é somente a ponta do iceberg, já o e-business é o iceberg inteiro.

(...)

http://webinsider.uol.com.br/2007/02/08/primeiras-licoes-de-e-business-para-empreendedores/ acessado em 25/05/2010

 



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