|

BLOGS FEITOS POR ALUNOS DO PROF WALTER ROQUE GONÇALVES:
TELECONFERÊNCIA
E VIDEOCONFERÊNCIA
EAD
e ELEARNING
TI
VERDE
VIRTUALIZAÇÃO
SEGURANÇA
DA INFORMAÇÃO
CRIPTOGRAFIA
ASSINATURA
DIGITAL
E-COMMERCE
E-BUSINESS
REALIDADE
VIRTUAL AUMENTADA
WORKFLOW
O’BRIEN, J. A. Sistemas de Informação: e as decisões gerenciais na era da Internet. São Paulo: Saraiva, 2001. (10 ex.)
OLIVEIRA, J. F. Sistemas de informação versus tecnologias da informação. São Paulo: Érica, 2004. (5 ex.)
STAIR,
R. M. Princípios
de sistemas de informações:
uma
abordagem gerencial. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. (4 ex.)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALBERTIN, A. L. Administração de informática: funções e fatores críticos de sucesso. São Paulo: Atlas, 1999. (2 ex.)
BIO, S. R. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. São Paulo: Atlas, 1996. (4 ex.)
LAUDON, K. C.; LAUDON, J. P. Sistemas de informações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. (5 ex.)
MELO, I. S. Administração de sistemas de informação. São Paulo: Pioneira, 2002. (4 ex.)
ROSINI,
A. M. Administração de sistemas de informação
e a gestão do conhecimento. São Paulo: Pioneira
2003. (2 ex.)
CONCEITO DE SISTEMAS
Conjunto de partes organizadas para a realização
de um objetivo comum. Exemplo: organismo humano, empresa,
sistema de contabilidade
NATUREZA
DOS SISTEMAS
Simples: poucos elementos ou componentes e a relação
ou interação entre os elementos é descomplicada
e direta (ex: Bolo)
Complexo: tem muitos elementos que são altamente relacionados
e interconectados (ex: Fabricação Foguete)
Aberto: interage com o ambiente
EXEMPLOS:
Organismos vivos: alto grau de interação com o ambiente
Empresas: matérias-primas e entradas fluem para dentro
do sistema, são processadas e retornam como bens e serviços
(saídas) para o ambiente (cliente).
Fechado: não há qualquer interação
com o ambiente (ex: grupo pequeno reunido para discutir fabricação
vinhos clássicos, menor interação)
Permanente: existe ou existirá por um longo período
de tempo. (Ex: empresas estão abertas por mais de 10 anos)
Temporário: não existirá por longo período
de tempo (Ex: uma palestra ou show)
Estável: mudanças no ambiente resultam em pouca
ou nenhuma mudança no sistema (Ex: empresa pequena com
1 funcionário - o dono - com garantia de venda dos produtos
através de contratos).
Dinâmico: sofre mudanças rápidas e constantes
devido às mudanças no seu ambiente. (Ex: bolsa de
Valores).
SISTEMA COMPLEXO
Um sistema é dito ser um sistema complexo quando suas propriedades
não são uma consequência natural de seus elementos
constituintes vistos isoladamente. As propriedades emergentes
de um sistema complexo decorrem em grande parte da relação
não-linear entre as partes. Costuma-se dizer de um sistema
complexo que o todo é mais que a soma das partes. Exemplos
de sistemas complexos incluem sistemas sociais (redes sociais),
biológicos (colônias de animais) e físicos
(clima). Áreas intimamente relacionadas a sistemas complexos
são a teoria do caos e sistemas multiagentes, e um embasamento
teórico e filosófico para estes sistemas é
encontrado no estudo da complexidade.
FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistemas_complexos acessado
em 14/02/2010
SISTEMAS
ABERTOS E FECHADOS
As observações científicas mostram que os
sistemas recebem do meio ambiente fluxo de matéria, de
energia e de informações. Mostram ainda que os elementos
que compõem um Sistema mudam constantemente, mas que a
estrutura permanece idêntica. Pode-se afirmar que um Sistema
continua em equilíbrio com o meio ambiente, mesmo sendo
atravessado constantemente por diversos fluxos.
Sistemas fechados: são os sistemas que não apresentam
intercâmbio com o meio ambiente que os circunda , pois são
herméticos a qualquer influência ambiental . Sendo
assim , os sistemas fechados não recebem nenhuma influência
do ambiente e, por outro lado , também não o influenciam
. Não recebem nenhum recurso externo e nada produzem que
seja enviado para fora . A rigor , não existem sistemas
fechados , na acepção exata do termo . Os autores
têm dado o nome de sistemas fechados àqueles sistemas
cujo o comportamento é totalmente determinístico
e programado e que operam com pouquíssimo intercâmbio
de matéria e energia com o meio ambiente . O termo também
é utilizado para os sistemas completamente estruturados
, onde os elementos e relações combinam-se de uma
maneira peculiar e rígida produzindo uma saída invariável
. São os chamados sistemas mecânicos , como as máquinas.
Sistemas abertos: são os sistemas que apresentam relações
de intercâmbio com o ambiente , através de entradas
e saídas . Os sistemas abertos trocam matéria e
energia regularmente com o meio ambiente . São eminentemente
adaptativos , isto é , para sobreviverem devem reajustar-se
constantemente às condições do meio . Mantêm
um jogo recíproco com as forças do ambiente e a
qualidade de sua estrutura é otimizada quando o conjunto
de elementos do sistema se organiza , aproximando-se de uma operação
adaptativa . A adaptabilidade é um contínuo processo
de aprendizagem e de auto-organização . Os sistemas
abertos não podem viver em isolamento . Os sistemas fechados
– isto é , os sistemas que estão isolados
de seu meio ambiente – cumprem o segundo princípio
da termodinâmica que diz que “uma certa quantidade
, chamada entropia , tende a aumentar a um máximo”
. A conclusão é que existe uma “tendência
geral dos eventos na natureza física em direção
a um estado de máxima desordem”. Porém , um
sistema aberto “mantém a si próprio , em um
contínuo fluxo de entrada e saída , uma manutenção
e sustentação dos componentes , nunca estando ao
longo de sua vida em um estado de equilíbrio químico
e termodinâmico , obtido através de um estado firme
, chamado “homeostasia”. Para tanto, os sistemas abertos
podem utilizar como forma de REGULAÇÃO dois mecanismos:
feedback negativo e feedback positivo. Por meio do FEEDBACK NEGATIVO,
o sistema tende a anular as variações do meio ambiente,
recusando qualquer informação que ponha em jogo
seu equilíbrio a fim de mantê-lo invariante. Por
outro lado, o FEEDBACK POSITIVO tende a amplificar o fluxo vindo
do meio ambiente, levando o sistema a um novo estado de equilíbrio,
o que caracteriza a capacidade de mudança e de adaptação
de um organismo.
Os sistemas abertos , portanto , “evitam o aumento da entropia
e podem desenvolver – se em direção a um estado
de crescente ordem e organização” ( entropia
negativa ) . Através da interação ambiental
, os sistemas abertos “restauram a própria energia
e reparam perdas em sua própria organização”.
Fonte: http://www.algiconsultoria.com.br/artigos/teoria_sistemas.htm acessado
em 14/02/2010
SISTEMAS ESTÁTICO
E DINÂMICO
É importante diferenciar um sistema estático de
um sistema dinâmico. O sistema estático é
aquele em que as propriedades descritivas do sistema não
variam com o tempo, podendo variar espacialmente. Já no
sistema dinâmico tais propriedades variam no tempo, podendo
também variar espacialmente.
Exemplo de sistema estático: viga carregada estaticamente,
isto é, com cargas constantes, pois os deslocamentos de
seus pontos variam espacialmente mas não com o tempo.
Exemplo de sistema dinâmico: a mesma viga carregada dinamicamente,
ou seja, com cargas que mudam com o tempo, pois os deslocamentos
de seus pontos variam também com o tempo.
Os sistemas dinâmicos não são necessariamente
de natureza física. Podemos ter sistemas econômicos,
sistemas biológicos, sistemas de informação,
sistemas ecológicos, sistemas de trânsito, etc.
fonte: http://www.ime.usp.br/~oda/contents/01Matem%E1tica/01Sistemas%20Din%E2micos/01_Introd.pdf ACESSADO
EM 14/02/2010
DADOS VERSUS
INFORMAÇÃO
Dados: fatos em sua forma primária
Informação: conjunto de fatos organizados de tal
forma que adquirem valor adicional além do valor do fato
em si. A transformação de um dado em informação
é um processo
Processo: série de tarefas logicamente relacionadas, executadas
para atingir um resultado definido.
O processo de definição de relações
entre dados requer conhecimento
• Conhecimento: é o corpo ou as regras, diretrizes
e procedimentos usados para selecionar, organizar e manipular
dados para torná-los úteis para uma tarefa específica.
• A informação pode ser considerada um
dado tornado mais útil através da aplicação
do conhecimento
• A informação assume um valor maior para
a organização se ela for uma informação
relevante.
INFORMAÇÃO
RELEVANTE
• Precisa: não tem erros
• Completa: contém todos os
fatos importantes
• Econômica: a relação
entre o valor da informação e o seu custo de produção
deve ser vantajosa
• Flexível pode ser usada para
diversas finalidades
• Significativa: importante para a
tomada de decisão
• Em tempo: enviada quando necessária
SISTEMA DE
INFORMAÇÃO VERSUS TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
SISTEMA DE INFORMAÇÃO: conjunto de componentes inter-relacionados
que transformam dados em informação através
da COLETA, PROCESSAMENTO, ARMAZENAMENTO e DISTRIBUIÇÃO
de dados, para o controle e decisões organizacionais.
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO: as infra-estruturas de
suporte para os sistemas de informação.
Sistemas de Informação e Sistemas de Apoio à
Decisão
Orandi Mina Falsarella e Eduardo O C Chaves
FONTE: http://www.cpmjoaogomes.seed.pr.gov.br/redeescola/escolas/5/430/12/arquivos/File/apostilas%20dos%20professores/Apostila_11.pdf acessado
em 04/03/2010
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E
A EVOLUÇÃO DA INFORMÁTICA NAS EMPRESAS
Orandi Mina Falsarella e Eduardo O C Chaves

1. Introdução
A área de Gerenciamento de Sistemas de Informação
é bastante abrangente. Por isso, encontramos nela uma grande
quantidade de termos, usados em tentativas de caracterizar e classificar
os Sistemas de Informação (SI). Geralmente essa
proliferação de termos mais complica do que ajuda
o entendimento da área. Existem tantas siglas, como EDP
("Electronic Data Processing"), MIS ("Management
Information Systems"), EIS ("Executive Information Systems"),
ES ("Expert Systems"), DSS ("Decision Support Systems"),
que fica difícil diferenciar, com certeza, os conceitos
e as aplicações a que se referem. Na verdade, muitas
vezes parece não existirem fronteiras claras, bem definidas,
que limitam e demarcam corretamente esses conceitos.
Além disso, muitas das definições de SI encontradas
na literatura, algumas das quais são discutidas neste trabalho,
podem induzir o leitor a confundir os sistemas que descrevem com
Sistemas de Apoio à Decisão (SAD), dando a impressão
de que qualquer SI pode ser considerado como um SAD ou ser transformado
em um SAD.
Pelos motivos apresentados, este trabalho tem os seguintes principais
objetivos:
Definir e categorizar os vários tipos de SI descritos na
literatura técnica;
Definir e demarcar SAD.
2. Sistemas
de Informação
2.1. Definição
Sistemas de Informação (SI) são sistemas
que permitem a coleta, o armazenamento, o processamento, a recuperação
e a disseminação de informações. SI
são, hoje, quase sem exceção, baseados no
computador e apoiam as funções operacionais, gerenciais
e de tomada de decisão existentes na organização.
Os usuários de SI são provenientes tanto do nível
operacional, como do nível tático e mesmo estratégico
e utilizam SI para alcançar os objetivos e as metas de
suas áreas funcionais.
Como bem ressalta Maurício Prates, em seu artigo "Conceituação
de Sistemas de Informação do Ponto de Vista do Gerenciamento"
[PRAT94], SI são formados pela combinação
estruturada de vários elementos, a saber: a informação
(dados formatados, textos livres, imagens e sons), os recursos
humanos (pessoas que coletam, armazenam, recuperam, processam,
disseminam e utilizam as informações), as tecnologias
de informação (o hardware e o software usados no
suporte aos SI) e as práticas de trabalho (métodos
utilizados pelas pessoas no desempenho de suas atividades), organizados
de tal modo a permitir o melhor atendimento dos objetivos da organização.
2.2. Características
Como observado na Introdução, uma grande quantidade
de termos é usada para classificar e caracterizar SI. Uma
forma de limitar e demarcar corretamente as fronteiras conceituais
entre esses termos é relacionar cada tipo de SI com o estágio
de utilização da informática em que uma organização
se encontra.
Segundo Richard Nolan, em seu livro Management Accounting and
Control of Data Processing [NOLA77], a evolução
da informática numa organização ocorre em
seis estágios:
Iniciação
Neste estágio o usuário é resistente ao uso
da informática e seu envolvimento com a tecnologia é
superficial. A organização encoraja o uso da informática
e se preocupa com o aprendizado, mas poucas atividades são
automatizadas.
Contágio
Neste estágio começam a proliferar SI informatizados,
que automatizam atividades antes desenvolvidas manualmente, sem,
porém, se preocupar com a integração das
informações.
Controle
Neste estágio o crescimento do uso de SI na organização
passa a ser explosivo, o usuário sendo a força propulsora.
Por isso, a organização passa a exigir melhor gestão
dos recursos de informática.
Integração
Neste estágio, em resposta à pressão
por melhor gestão, os SI passam a ser orientados para atender
às necessidades dos níveis gerenciais, as informações
são de melhor qualidade e é exigida maior integração
entre elas.
Administração de Dados
Neste estágio, os SI começam a ser organizados em
termos de sistemas que interessam à organização
como um todo (chamados corporativos) e sistemas de uso setorial
ou especializado, havendo cuidado, em qualquer hipótese,
com a correta administração dos dados, de modo a
evitar redundâncias.
Maturidade
Neste estágio, a informação passa a ser considerada
como patrimônio da organização, o usuário
é participativo e responsável e o crescimento da
informática é ordenado.
Na Seção 2.3, que descreve os vários tipos
de SI, busca-se relacionar cada tipo de SI a um - ou mais de um
- desses estágios.
2.3. Tipos
Embora possa haver muitas maneiras de categorizar os
SI, uma forma interessante é a que os classifica em:
Sistemas Transacionais
Sistemas Gerenciais
Sistemas Executivos
Sistemas Especialistas
Sistemas de Apoio à Decisão
2.3.1. Sistemas Transacionais
O processo inicial de informatização de qualquer
organização é baseado fundamentalmente no
desenvolvimento e na implantação de SI transacionais
(também chamados de operacionais). Esses SI são
também identificados pela expressão "Electronic
Data Processing" (EDPs), e eles são necessários
para o controle operacional das organizações [TOM
91].
No modelo da evolução da informática nas
organizações proposto por Richard Nolan, SI transacionais
se enquadram nos estágios de iniciação e
contágio. São sistemas operacionais, não
integrados, atendem em geral à área administrativo-financeira,
controlam, na maioria das vezes, o fluxo de informações
financeiras, e os usuários finais esboçam uma certa
resistência a utilizá-los. Os sistemas de folha de
pagamento, contabilidade, controle de estoques, contas a pagar
e a receber, faturamento, etc., são exemplos de SI transacionais.
As principais funções e características desses
sistemas são:
Coletar, via digitação, os dados existentes nos
documentos operacionais das organizações, validando-os;
Armazenar esses dados em meio magnético;
Ordenar ou indexar esses dados, de modo a facilitar o acesso a
eles;
Permitir consultas, on-line ou em batch, aos dados, detalhados
ou agregados, que permitam retratar diferentes aspectos das operações;
Gerar relatórios que possam ser distribuídos a outras
pessoas que não os usuários diretos dos SI.
Muito embora esses sistemas só controlem o fluxo de informações
operacionais, eles também disponibilizam informações
para a tomada de decisão. Um exemplo disso pode ser um
sistema de controle de estoques que fornece informações
sobre a movimentação do estoque para o departamento
de compras. Este departamento poderá, através dessas
informações, tomar decisões sobre quais produtos
deverão ser comprados e em que quantidade. Um EDP pode,
portanto, fornecer informações para apoio à
decisão. Isso, porém, não o torna, apenas
em decorrência desse fato, um SAD.
2.3.2. Sistemas Gerenciais
A evolução natural da informatização
das organizações, após a implantação
dos EDP, é o desenvolvimento de sistemas que forneçam
informações integradas e sumarizadas, provenientes
de diversos sistemas transacionais. Essas informações
têm capacidade de prover material para análise, planejamento
e suporte à decisão [DAVI85] e possibilitam a gerentes
de médio escalão visualizar o desempenho de seu
departamento e mesmo da organização como um todo.
Esses sistemas que suprem com informações a média
gerência são geralmente chamados de "Management
Information Systems" (MIS).
O surgimento desses sistemas acontece nos estágios de controle
e integração, no modelo proposto por Richard Nolan,
onde o usuário é força propulsora e exige
informações em maior quantidade, menor tempo e com
melhor nível de integração.
Um bom exemplo de MIS pode ser encontrado em um sistema que analisa
as receitas e as despesas de uma organização e possibilita
que gerentes as relacionem e comparem com o que foi planejado
no orçamento.
As principais funções e características desses
sistemas são:
Integrar dados de diversas aplicações e transformá-los
em informação;
Fornecer informações para o planejamento operacional,
tático e até mesmo estratégico da organização;
Suprir gerentes com informações para que estes possam
comparar o desempenho atual da organização com o
que foi planejado;
Produzir relatórios que auxiliem os gerentes a tomar decisões.
A grande maioria das informações produzidas por
um MIS, quer seja para análise de tendências, quer
seja para planejamento ou revisão, auxilia os gerentes
no processo de tomada de decisão. Isso significa que um
MIS pode ter funções específicas que façam
parte de ambientes de apoio à decisão.
2.3.3. Sistemas Executivos
Com base nos dados existentes nos EDPs, nas informações
disponíveis nos MIS e em informações coletadas
de fontes externas à organização, é
possível construir sistemas de informação
dirigidos para a alta gerência. Esses sistemas que abastecem
a alta gerência de informações são
geralmente chamados de "Executive Information Systems"
(EIS) e permitem que o executivo tenha ou ganhe acesso a informações
internas e externas à organização que sejam
relevantes para controlar os fatores críticos de sucesso
[WATS92].
Segundo Henry C. Lucas Jr., em seu livro Information Systems Concepts
for Management [LUCA90], um EIS não tem maiores diferenças
conceituais em relação a um sistema de apoio à
decisão. O que o diferencia é, em geral, a interface
com o usuário, que deve permitir que um executivo o utilize
com facilidade.
Os EIS começam a ser desenvolvidos nas organizações
nos estágios de administração de dados e
maturidade, no modelo definido por Richard Nolan. Nesses estágios
os sistemas de informação existentes refletem o
fluxo de informações da organização,
o usuário participa integralmente do desenvolvimento dos
sistemas, as informações passam a ser consideradas
patrimônio da organização, o crescimento da
informática é ordenado, a informática passa
a ter função de apoio estratégico para a
organização e não se tomam decisões
sem base nas informações produzidas por um EIS.
As principais funções e características desses
sistemas são:
Gerar mapas, gráficos e dados que possam ser submetidos
a análise estatística para suprir os executivos
com informações comparativas, fáceis de entender;
Fornecer dados detalhados sobre passado, presente e tendências
futuras das unidades de negócios em relação
ao mercado para auxiliar o processo de planejamento e de controle
da organização [WATS92];
Possibilitar a análise das informações obtidas;
Permitir que o executivo se comunique com o mundo interno e externo
através de interfaces amigáveis (correio eletrônico,
teleconferência, etc.) que sejam flexíveis a ponto
de se ajustarem ao seu estilo pessoal;
Oferecer ao executivo ferramentas de organização
pessoal (calendários, agendas eletrônicas, etc.)
e de gerenciamento de projetos, tarefas e pessoas.
2.3.4. Sistemas Especialistas
O conhecimento e as experiências que uma pessoa detém
sobre determinada área do conhecimento precisa ser, muitas
vezes, preservado e disseminado para que pessoas com menos conhecimento
e experiência possam deles se valer para resolver seus problemas
[ROCK86].
Existem sistemas de informação que armazenam e disponibilizam
o conhecimento e as experiências de especialistas. Esses
SI são geralmente conhecidos como "Expert Systems"
(ES), quando fornecem, eles mesmos, soluções para
determinados problemas, e como "Expert Support Systems"
(ESS), quando fornecem informações extraídas
das bases de conhecimento a profissionais e executivos para auxiliá-los
no processo de tomada de decisão.
Normalmente, o desenvolvimento desses sistemas não depende
da existência de outros SI e, portanto, eles podem ser desenvolvidos
em qualquer um dos estágios da evolução da
informática no modelo definido por Richard Nolan.
As principais funções e características desses
sistemas são:
Armazenar o conhecimento e as experiências de especialistas
em bases de conhecimento;
Utilizar mecanismos de inferência integrados às bases
de conhecimento para resolver - ou auxiliar a resolver - problemas;
Possibilitar a inclusão de novos conhecimentos nas bases
de conhecimentos sem eliminar os conhecimentos já armazenados.
2.3.5. Sistemas de Apoio à Decisão
Os SI até aqui descritos podem ter funções
que forneçam informações para tomada de decisão.
Segundo Ralph H. Sprague e Hugh J. Watson, no livro Sistemas de
Apoio à Decisão [SPRA91], qualquer SI que forneça
informações para auxílio à decisão
é um sistema de apoio à decisão (SAD).
Essa afirmação é, porém, bastante
questionável, pois SAD são sistemas que não
só fornecem informações para apoio à
tomada de decisão, mas que contribuem para o processo de
tomada de decisão. A obtenção da informação
é apenas parte do processo, como veremos detalhadamente
adiante.
SAD, que também são conhecidos como "Decision
Support Systems" (DSS), possuem funções específicas,
não vinculadas aos sistemas existentes, que permitem buscar
informações nas bases de dados existentes e delas
retirar subsídios para o processo de tomada de decisão.
SAD começam a ser desenvolvidos na organização
a partir dos estágios de controle e integração
no modelo proposto por Richard Nolan.
SAD serão discutidos em maior detalhe a seguir.
3. Sistemas de Apoio à Decisão
3.1. Conceituação
A necessidade dos SAD surgiu na década de 70, em decorrência
de diversos fatores, como, por exemplo, os seguintes:
Competição cada vez maior entre as organizações;
Necessidade de informações rápidas para auxiliar
no processo de tomada de decisão;
Disponibilidade de tecnologias de hardware e software para armazenar
e buscar rapidamente as informações;
Possibilidade de armazenar o conhecimento e as experiências
de especialistas em bases de conhecimentos;
Necessidade de a informática apoiar o processo de planejamento
estratégico empresarial.
Esses fatores contribuíram para que as organizações
começassem a desenvolver SI que pudessem fornecer informações
para auxiliar no processo de tomada de decisão.
A literatura disponível sobre SAD não deixa muito
claro o que vem a ser um SAD. Existem muitas definições
que são contraditórias e que podem, inclusive, ser
confundidas com definições de outros tipos de SI.
Dentre as definições consultadas, ilustremos com
três:
"SAD é um sistema de informação que
apoia qualquer processo de tomada de decisão em áreas
de planejamento estratégico, controle gerencial e controle
operacional" [SPRA91].
"SAD é um sistema baseado em computador que auxilia
o processo de tomada de decisão utilizando dados e modelos
para resolver problemas não estruturados " [LUCA90].
"SAD é uma estratégia de implementação
que torna o computador útil ao gerente" [ROCK86].
Analisando essas definições, algumas questões
podem ser levantadas, como, por exemplo:
Um EIS também auxilia o processo de tomada de decisão
na área de planejamento estratégico e, nem por isso,
é chamado de SAD. O mesmo acontece com MIS na área
de controle gerencial e com EDP na área de controle operacional.
Um SAD também serve para auxiliar a resolução
de problemas estruturados.
Todo SI pode ser útil ao nível gerencial e, nem
por isso, todo SI será um SAD.
Um EIS, um MIS e um EDP podem ter funções que forneçam
informações para apoio à decisão.
Porém, esses SI não foram construídos com
o objetivo de auxiliar o processo de tomada de decisão.
Quando se fala em auxiliar o processo de tomada de decisão,
isso não significa somente fornecer informações
para apoio à decisão, mas, também, analisar
alternativas, propor soluções, pesquisar o histórico
das decisões tomadas, simular situações,
etc.
O processo de tomada de decisão se desenrola, portanto,
através da interação constante do usuário
com um ambiente de apoio à decisão especialmente
criado para dar subsídio às decisões a serem
tomadas.
Bibliografia
AWAD88; Awad, Elias M., Management Information Systems, Benjamin/Cummings,
1988.
BURC89; Burch, John G. e Gary Grudnitski, Information Systems
- Theory and Practice, John Wiley & Sons, 1989.
DAVI85; Davis, Gordon B. e Margrethe H. Olson, Management
Information Systems, McGraw-Hill, 1985.
FITZ93; Fitzpatrick, Kathy E., Joanna R. Baker e Dinesh S.
Dave, "An Application of Computer Simulation to Improve
Scheduling of Hospital Operating Room Facilities in the United
States", International Journal of Computer Applications
in Technology, 1993.
KRAS91; Krasner, Herb, John McInroy e Diane B. Walz, "Groupware
Research and Technology Issues with Application to Software
Process Management", IEEE Transactions on Systems, Man,
and Cybernetics, July/August, 1991.
LUCA90; Lucas, Henry C. Jr., Information Systems Concepts
for Management, McGraw-Hill International, 1990.
MART92; Martin, James, Hiperdocumentos e Como Criá-los, Campus,
1992.
MITT86; Mittra, Sitansu S., Decision Support Systems Tools
and Techniques, John Wiley & Sons, 1986.
NOLA77; Nolan, Richard L., Management Accounting and Control
of Data Processing, National Association of Accountants, 1977.
PRAT94; Prates, Maurício, "Conceituação de Sistemas
de Informação do Ponto de Vista do Gerenciamento", Revista
do Instituto de Informática, PUCCAMP, Março/Setembro, 1994.
ROCK86; Rockart, John F. e Cristine V. Bullen, The Rise of
Managerial Computing, Dow Jones-Irwin, 1986.
SPRA91; Sprague, Ralph H. e Hugh J.Watson, Sistemas de Apoio
à Decisão, Campus. 1991.
TOM 91; Tom, Paul L., Managing Information as a Corporate
Resource, Harper Collings Publishers, 1991.
WATS92; Watson, Hugh J., R. Kelly Rainer e George Houdeshel,
Executive Information Systems, John Wiley & Sons, 1992.
TI VERDE
É um conjunto de práticas para tornar mais sustentável e menos prejudicial o uso da computação.
Não é novidade alguma o fato de atualmente dependermos profundamente dos computadores para nossa vida, nosso trabalho e nosso bem estar. Comprar de tudo via Internet não é luxo, mas hábito estabelecido de muita gente. Porém, tudo isso depende de diversos computadores operando no "meio do caminho". As práticas da TI verde buscam reduzir o desperdício e aumentar a eficiência de todos os processos e fenômenos relacionados à operação desses computadores "no meio do caminho.
A adoção das práticas de TI verde jamais foi tão difundida quanto hoje. Além dos fortes investimentos em gerenciamento de energia, todas as outras práticas estão cada vez mais presentes no discurso de venda das empresas.
A tradicional listagem "Top 500", que expõe semestralmente os 500 supercomputadores mais poderosos do planeta, agora tem seu contraponto na "Green 500", que mostra os 500 supercomputadores energeticamente mais eficientes. Na quinta e última lista "Green 500", os 13 primeiros colocados são mais eficientes que o primeiro colocado da primeira lista, feita em 2007.
Além da redução de consumo, temos a virtualização, que aumenta drasticamente a eficiência dos processos computacionais. As soluções de virtualização já se tornaram parte obrigatória do portfolio de todas as grandes empresas de TI. Naturalmente, com o valor da virtualização tão alto, rapidamente os principais fabricantes de softwares de virtualização foram adquiridos por grandes empresas.
Em relação à fabricação de computadores, já existem vários modelos à venda que alegam não utilizar metais pesados em sua fabricação. Os fabricantes mais antenados estão abandonando os plásticos e metais em troca de materiais naturais: há modelos de laptops com gabinete feito de fibras de bambu e madeira, por exemplo.
E por último, o software também participa disso. Os programas têm avançado significativamente em relação à otimização do processamento, de forma a realizar menos operações para efetuar cada tarefa, ou simplesmente realizá-las todas de uma vez para manter o processador em modo de economia de energia por mais tempo. Os softwares desenvolvidos de forma colaborativa, chamados de softwares livres, naturais ou orgânicos, têm crescido constantemente, e são a última palavra em otimização.
Fonte: http://br.hsmglobal.com/notas/53556-o-que-e-ti-verde acessado em 25 de maio de 2010
REALIDADE
VIRTUAL AUMENTADA
De uma forma simples, Realidade Aumentada é uma tecnologia que permite que o mundo virtual seja misturado ao real, possibilitando maior interação e abrindo uma nova dimensão na maneira como nós executamos tarefas, ou mesmo as que nós incumbimos às máquinas. Assim, se você pensava que objetos pulando para fora da tela eram elementos de filmes de ficção científica, está na hora de mudar seus conceitos. Aliás, o que acontece com a Realidade Aumentada é o contrário: você pulará para dentro do mundo virtual para interagir com objetos que só estão limitados à sua imaginação.
Realidade Aumentada é utilizada combinando-se um código de duas dimensões com um programa de computador.
Como funciona?
Três componentes básicos são necessários para a existência da Realidade Aumentada:
1. Objeto real com algum tipo de marca de referência, que possibilite a interpretação e criação do objeto virtual;
2. Câmera ou dispositivo capaz de transmitir a imagem do objeto real;
3. Software capaz de interpretar o sinal transmitido pela câmera ou dispositivo.
O processo de formação do objeto virtual é o seguinte:
1. Coloca-se o objeto real em frente à câmera, para que ela capte a imagem e transmita ao equipamento que fará a interpretação.
2. A câmera “enxerga” o objeto e manda as imagens, em tempo real, para o software que gerará o objeto virtual.
3. O software já estará programado para retornar determinado objeto virtual, dependendo do objeto real que for mostrado à câmera.
4. O dispositivo de saída (que pode ser uma televisão ou monitor de computador) exibe o objeto virtual em sobreposição ao real, como se ambos fossem uma coisa só
O vídeo abaixo é um exemplo de como a Realidade Aumentada pode ser usada. No caso apresentado, são utilizadas impressões aparentemente sem qualquer sentido, mas que já estão programadas no software de interpretação e são transformadas em objetos tridimensionais, como telefones e formas geométricas
Clique no link abaixo para assistir o vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=6Eohr1mmRTo&feature=PlayList&p=2DC2A7417DFF4652&playnext_from=PL&index=0&playnext=1
Em outras palavras, o software de Realidade Aumentada é programado com imagens, sinais ou ações pré-definidas e as respostas que deverão ser dadas a elas. Quando o programa recebe essas informações, ele as interpreta e exibe a resposta, que pode ser desde uma simples forma geométrica até objetos mais complexos, como animais que reagem a um carinho na barriga.
A Realidade Aumentada ainda está em uma fase inicial de desenvolvimento, mas aplicações incríveis já foram criadas para ela. Imagine poder abrir um livro qualquer e assistir à batalha do bandido contra o mocinho, naquela história épica e sangrenta. Nenhum monitor seria necessário, pois o livro viria com óculos especiais que criariam as imagens diante dos seus olhos, a cada nova página aberta. Ou ainda, suponha que você comprou o carro dos seus sonhos, mas não tem a menor ideia da quantidade de recursos que o veículo possui. A Realidade Aumentada permitiria que objetos virtuais fossem colocados na sua frente e dessem as instruções que você deveria seguir para mexer no complexo funcionamento do automóvel.
Como a Realidade Aumentada ainda está chegando ao mercado, você ainda poderá encontrar muitas ideias em processo de desenvolvimento e certamente muitas novidades ainda aparecerão. Mas e se você pudesse criar sua própria aplicação para a tecnologia? Qual seria a sua criação? Como você gostaria que ela fosse usada e que tipo de objeto apareceria para o usuário? Os comentários estão abertos. Solte a sua imaginação.
Fonte: http://www.baixaki.com.br/info/2124-como-funciona-a-realidade-aumentada.htm acessado 25/05/2010
EAD
(Educação a distância)
Educação a distância (EaD, também chamada de teleducação), por vezes designada erradamente por ensino à distância, é a modalidade de ensino que permite que o aprendiz não esteja fisicamente presente em um ambiente formal de ensino-aprendizagem, assim como, permite também que faça seu auto estudo em tempo distinto. Diz respeito também à separação temporal ou espacial entre o professor e o aprendiz.
A interligação (conexão) entre professor e aluno se dá por meio de tecnologias, principalmente as telemáticas, como a Internet, em especial as hipermídias, mas também podem ser utilizados o correio, o rádio, a televisão, o vídeo, o CD-ROM, o telefone, o fax, o celular, o iPod, o notebook, entre outras tecnologias semelhantes.
Na expressão ensino a distância a ênfase é dada ao papel do professor (como alguém que ensina a distância). O termo educação é preferido por ser mais abrangente, embora nenhuma das expressões, segundo o professor, seja plenamente completa.
O aluno em educação a distância normalmente são pessoas com mais idade e maturidade. O aluno precisa ser autodidata e saber sua melhor forma de estudo para a realização das tarefas sem cobrança de um professor, precisa ser curioso, questionar, trocar informações e dar sugestões.
Fonte: http://www.e-trabalhabrasil.com.br/educacional/artigos/EaD_educacao_a_distancia.asp acessado em 25/05/2010
E-LEARNING

O que é e-learning?
Tecnicamente, o e-learning é o ensino realizado através de meios eletrônicos. É basicamente um sistema hospedado no servidor da empresa que vai transmitir, através da Internet ou Intranet, informações e instruções aos alunos visando agregar conhecimento especifico. O sistema pode substituir total ou parcialmente, o que é mais comum, o instrutor, na condução do processo de ensino. No e-learning, as etapas de ensino são pré-programadas, divididas em módulos e são utilizados diversos recursos como o e-mail, textos e imagens digitalizadas, sala de bate-papo, links para fontes externas de informações, vídeos e teleconferências, entre outras. O treinamento com o e-learning pode ser montado pela própria empresa ou por qualquer dos fornecedores desse tipo de solução já existentes no mercado.
Vantagens do e-learning.
Quais as vantagens! A primeira vantagem do e-learning, e que serviu como exemplo no inicio desse artigo, é o rompimento de barreiras geográficas e temporais. Com o e-learning, um curso sobre um novo produto, por exemplo, pode ser feito de qualquer local do planeta a qualquer momento, bastando para isso o acesso a Internet e uma senha. Enquanto, espera ser atendido pelo comprador, o seu vendedor pode puxar o lap-top e ler o texto sugerido no curso; em casa, enquanto seu companheiro(a) perde tempo assistindo Big Brother, o vendedor pode fazer os exercícios propostos pelo instrutor. Em síntese, o e-learning possibilita ao aluno gerenciar o seu próprio tempo disponível, dentro dos parâmetros estabelecidos pelo curso, e sem perder tempo com deslocamentos.
Outra vantagem do E-Learning está realacionado a aprendizagem do conteúdo. Uma vez montado o curso para um aluno, a sua reprodução para dois, centenas, ou milhares de alunos pode ser feita a um custo marginal insignificante. Com um curso tradicional, o máximo que se consegue é montar turmas de alunos, até se completar todo o universo que se pretenda atingir numa escala crescente de custos, energia e tempo dispendido. Evidentemente, isso sugere que, para poucos alunos, talvez um treinamento convencional seja a solução mais adequada que o e-learning. Por outro lado, pensando em termos de políticas públicas de ensino, onde o universo se mede não em milhares, mas em milhões de candidatos à instrução, é possível que o e-learning, venha a representar uma verdadeira revolução na geração de conhecimento.rma que a Internet, não substitui a TV que, por sua vez, não fez desaparecer o rádio. O e-learning é uma nova ferramenta potencializada pela Internet e perfeitamente ajustada às características de nosso tempo, marcado pela agilidade, velocidade e gigantescos volumes de informação a serem digeridos. No que se refere às empresas, o objetivo não deve ser simplesmente substituir a forma de ensino tradicional pelo e-learning, mas sim, utilizar essa ferramenta na medida adequada às suas necessidades. De tal forma que os objetivos da organização sejam plenamente atingidos.
COMO
COMEÇOU A SER UTILIZADO O E-LEARNING
O e-learning começou a ser utilizado mais nas áreas tecnológicas, para a aprendizagem se software. Atualmente, a sua principal utilização tem sido na área de gestão, incluindo todos os seus temas relacionados. Na área empresarial a sua utilização para a capacitação na área de vendas e atendimento ao cliente desponta numa das mais promissoras aplicabilidades. Na area do ensino tradicional, os cursos de formação complementar e pós- graduação são os que devem beneficiar com uma maior intensidade das estratégicas de e-learning.
O desenvolvimento do programa e-learning tem um custo elevado, porem permite transmitir mais conteúdos para mais pessoas em menos tempo e com menor custo do que no modo tradicional.Os programas de e-learning permite também uma aprendizagem mais rápida do que os tradicionais, pelo fato do aluno poder avançar no conteúdo segundo o seu próprio ritmo. O aluno também pode estruturar seu tempo, com um maior aproveitamento.
O programa e-learning têm recebido muitas criticas quanto a ausência do contato humano direto e as deficiências geradas pelo tal fato. Alguns especialistas e defensores do e-learning argumentam que a aprendizagem baseada em tecnologia compensa a falta de contato humano com criação de comunidades virtuais que interagem através de chat’s, fóruns, e-mail, etc, enriquecendo o processo relacional de pessoas com o mesmo interesse, mas com diferentes visões e localizadas em distintas regiões ou país.
Fonte: http://www.e-commerce.org.br/artigos/e-learning_ensino.php acessado
em 25/05/2010
VIDEOCONFERÊNCIAS

Atualmente, a existência de novas alternativas para as redes de computadores,(...) estão viabilizando o desenvolvimento de aplicações avançadas como videoconferência, vídeo interativo, bibliotecas digitais e laboratórios virtuais. Isto tem favorecido a comunidade acadêmica e instituições de pesquisa, além do setor comercial; e tem provocado um crescimento no uso do computador como uma ferramenta para mediar a comunicação em tempo real entre indivíduos e grupos, aumentando o número de ferramentas disponíveis e também o número de usuários destes serviços. A videoconferência é uma forma de comunicação interativa que permite que a duas ou mais pessoas que estejam em locais diferentes, a comunicação com áudio e visualização de imagem em tempo real. Reuniões, cursos, conferências, debates, palestras são conduzidas como se todos os participantes estivessem juntos no mesmo local. Com os recursos da videoconferência, pode-se conversar com os participantes e, ao mesmo tempo visualizá-los na tela de um monitor (telão ou televisão, dependendo dos recursos utilizados), trocando informações como se fosse pessoalmente. Uma grande variedade de soluções para sistemas de videoconferência está disponível e cada aplicação, de acordo com o seu propósito, pode ter necessidades diferentes com relação a equipamentos, à infra-estrutura de comunicação e à qualidade de serviço. Considerando estes fatores, um sistema de videoconferência deve se adequar da melhor forma possível aos recursos que a infra-estrutura de rede oferece. Além disso, o modelo de comunicação escolhido (centralizado, descentralizado ou híbrido) pode influenciar no tipo de recursos que serão utilizados na aplicação.
Fonte: http://penta3.ufrgs.br/videoconferencia/cdEspecRedesVidconfVOIP/TextoApoio/SolucoesVideoconfH323SIP.pdf acessado em 25/05/2010
WORKFLOW

Workflow, na sua simplicidade, é o movimento de documentos e/ou tarefas através de um processo de trabalho. Mais especificamente, workflow é o aspecto operacional de um procedimento de trabalho: como as tarefas são estruturadas, quem as executa, suas ordens de execução, como elas são sincronizadas, como estas tarefas estão sendo acompanhadas (WORKFLOW, 2006).
O workflow, como toda expressão do nosso mundo (TI), rapidamente se transformou em chavão tecnológico, e ele nada mais é que o resultado da evolução da terminologia “automatização ou automação de processos” que também já foi chamado de “modernização” e em níveis de Governo Federal de “desburocratização”.
Segundo a WfMC (Workflow Management Coalition), um processo é "um conjunto coordenado de atividades (seqüenciais ou paralelas) que são interligadas com o objetivo de alcançar um meta comum", sendo atividade conceituada como "uma descrição de um fragmento de trabalho que contribui para o cumprimento de um processo" (WfMC, 2006).
Workflow é definido pela WfMC como “a automação total ou parcial de um processo de negócio, durante a qual documentos, informações e tarefas são passadas entre os participantes do processo” (WfMC, 2006).
A idéia de workflow não é nova, nem está associada especificamente a área de Tecnologia da Informação. Pelo contrário, desde a época dos primatas até hoje, o processo é semelhante: supervisores designam trabalhos, provavelmente baseado em treinamentos, habilidades e experiência, para as pessoas.
Nos últimos 15 anos, começaram a aparecer ferramentas para fazer não somente o trabalho, mas para gerenciar o fluxo desse trabalho.
Com um sistema workflow automatizado, os seguintes benefícios podem ser obtidos:
●O trabalho não enguiça nem perde o foco – raramente os despachantes são requisitados a resolver erros ou falhas na administração do processo.
●Os gerentes podem cuidar da equipe e das tarefas de negócio, tais como desempenhos individuais, otimização de processos e casos especiais, ao invés de se preocupar com a rotina das tarefas. Um exército de secretárias não é mais necessário para entregar e acompanhar um trabalho.
●Os processos são oficialmente documentados e seguidos exatamente, garantindo que o trabalho é executado na forma como foi planejado, satisfazendo todos os requisitos do negócio.
●A melhor pessoa (ou máquina) é alocada a fazer cada caso, e os casos mais importantes são alocados primeiro. Usuários não perdem tempo escolhendo em qual item trabalhar.
●Processamento paralelo, onde duas ou mais tarefas são executadas ao mesmo tempo, é de longe mais prático que em um workflow tradicional (manual).
Fonte: http://www.frameworkpinhao.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=28 acessado em 25/05/2010
E-COMMERCE e E-BUSINESS
Num primeiro momento, entenderemos do que se trata o termo e-business e qual a sua diferença para o e-commerce.
Comecemos pela história do e-commerce. Na sua primeira fase, o termo dizia respeito à presença na internet. Todas as empresas, grandes ou pequenas, deveriam ter um site na web. As empresas não tinham certeza porque faziam isso, mas sabiam que precisavam estar online. A segunda fase tratou das transações, comprar e vender no meio digital. Tratava-se simplesmente de realizar na internet transações que teriam sido feitas através de formulários de pedido em papel.
Atualmente, estamos na terceira fase do e-commerce. Chamamos essa fase de e-business porque inclui todas as aplicações e os processos que permitem a uma empresa realizar negócios na internet. É uma estratégia que redefine a antiga maneira de se fazer negócio e, com o auxílio da tecnologia web, maximiza o valor do cliente e consequentemente a lucratividade da empresa.
O e-business é uma fusão complexa dos processos da empresa, suas aplicações empresariais e sua estrutura organizacional, de modo a criar um modelo de negócio de alto desempenho.
Para facilitar o aprendizado utilizarei o exemplo dado por Carlos F. Franco, em seu livro ?E-Business Internet, Tecnologia e Sistemas de Informação na Administração de Empresas?. Considere a compra de um bilhete aéreo pela internet, não há exemplo melhor no momento de turbulência que passa nosso serviço aéreo.
Tente agora imaginar o que deve estar ?atrás? da tela do computador. Deve existir uma ligação com um sistema de cobrança bancária ou cartão de crédito. Deve também ter uma ligação com o sistema de fornecimento de alimentos, para atender ao caso daquele cliente que tenha solicitado algum tipo de alimentação especial para consumir a bordo. Ainda deverá existir uma ligação com os sistemas de gerenciamento de tráfego aéreo, para informar eventuais atrasos, e assim por diante.
Note que para que a parte visível da empresa seja vista, o e-commerce, é necessário que uma parte muito maior, mais completa, com um complexo sistema de integração envolvendo fornecedores (serviço de alimentação), prestadores de serviço (cartão de créditos ou bancos) e outros agentes (sistema de tráfego aéreo, meteorologia, etc.) esteja estruturada de maneira eficiente, isso é e-business.
O e-commerce é somente a ponta do iceberg, já o e-business é o iceberg inteiro.
(...)
http://webinsider.uol.com.br/2007/02/08/primeiras-licoes-de-e-business-para-empreendedores/ acessado em 25/05/2010
|