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MATERIAL DE ESTUDOS
DIAMOND, Jared. O ANO ZERO DA ECONOMIA LIMPA. Revista Veja:Editora
Abril, São Paulo, ed. 2145, ano 42, n. 52, p. 215-272, 30 dez.
2009. •O aumento da demanda por alimentos; NOGUEIRA, Salvador. CO2 É SÓ O COMEÇO. Revista Super Interessante:Editora Abril, São Paulo, ed. 273, p. 25-26, 11 dez. 2009. •Fontes de metano e os danos à natureza. NOGUEIRA, Salvador; VERSIGNASSI, Alexandre. LOUCURA DO CLIMA. Revista Super Interessante:Editora Abril, São Paulo, ed. 273, p. 56-57, 11 dez. 2009. •Evidências das consequências do aquecimento global. Estudar
toda a matéria. •Equilíbrio Natural x Capitalismo; CLARO, Priscila Borin de Oliveira; CLARO, Danny Pimentel; AMÂNCIO, Robson. ENTENDENDO O CONCEITO DE SUSTENTABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES. Revista do Administrador, São Paulo, v.43, n., p. 289-300,out./nov./dez. 2008. •TRIPPLE BOTTON LINE; QUANTO AS CONVENÇOES: 1968 - CONVOCACAO ASSEMBLEIA GERAL DA ONU ACESSE A LINHA DO TEMPO NO LINK ABAIXO, VOCÊ ENCONTRARÁ UM RESUMO
DE TODAS AS 15 COPS (CONFERÊNCIAS DAS PARTES) DE 1995 A 200
http://globonews.globo.com/FlashShow/0,,23922,00.swf AMAZÔNIA E O DESMATAMENTO
"O mais urgente, em questão de mudança climática, é estancar as queimadas na Amazônia a qualquer custo. É inadmissível que o País tenha essa postura indolente em relação a um crime ambiental dessa monta", reivindicou o diretor da Iniciativa Verde, Osvaldo Martins. O Brasil é ecologicamente correto na geração de energia, já que 80% da principal fonte energética do País (a energia elétrica) é gerada a partir de hidrelétricas, segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA). O Brasil também ganha pontos por possuir um programa de substituição de combustíveis fósseis por renováveis, o Programa Nacional do Biodiesel. No momento, o etanol (nome científico do álcool da cana-de-açúcar) alcança 45% da matriz energética brasileira, segundo o MMA. "O nosso principal vilão das emissões brasileiras são os desmatamentos na Amazônia. Se não fossem os desmatamentos, o Brasil seria um país que emitiria muito pouco, porque os desmatamentos aumentam muito essas emissões", concordou o climatologista Carlos Nobre, pesquisador do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Cptec-Inpe). O governo brasileiro conseguiu reduzir em 52% o desmatamento da Amazônia nos últimos dois anos. De acordo com o MMA, a redução do desmatamento evitou a emissão de cerca de 430 milhões de toneladas de gás carbônico na atmosfera. Outra atitude tomada para evitar as queimadas foi a criação de novas unidades de conservação federal, que atualmente já superam 50 milhões de hectares. http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1451420-EI8278,00.html acessado em 05/05/2010O que e ISO 14000 A ISO 14000 é a norma através da qual, as empresas ou interessados se autodeclararão em conformidade ou buscarão certificação junto a terceiros. A norma descreve os requisitos básicos de um Sistema de Gestão Ambiental. O principal uso da ISO 14000 é a certificação junto a uma terceira entidade, embora ela possa ser usada internamente com finalidades de autodeclaração e para o atendimento a demandas específicas. O principal uso, hoje em dia, esta na certificação junto a terceiros, o que faz com que a ISO 14000 contenha apenas as exigências que podem ser objeto de auditoria, com o objetivo de certificação e/ ou de autodeclaração. ISO 14.000 – conceitos gerais O Sistema de Gestão Ambiental descrito na ISO 14000 aplica-se a aspectos ambientais de forma que a organização possa controlar e sobre os quais espera-se que tenha influência, sendo que a norma em si não declara critérios específicos de desempenho ambiental. As empresas e entes de vários segmentos buscam alcançar e demonstrar desempenho ambiental eficaz. Uma das maneiras de fazê-lo, é controlando os impactos ambientais de suas atividades, produtos e/ ou serviços. As auditorias e análises críticas do meio ambiente auxiliam a encontrar e mensurar para a obtenção e manutenção dos objetivos previstos, contudo, mesmo sendo essas ferramentas úteis, não são suficientes ou completas em abrangência. Para que a organização possa efetivamente atender aos seus objetivos, as auditorias devem fazer parte de um contexto de trabalho mais amplo – um sistema de gerenciamento estruturado que seja integrado com a atividade de gerência total. Uma certificação ISO 14000 não garante que uma empresa ou ente em particular, alcance o melhor desempenho ambiental possível. Ela somente atesta que foram instalados os elementos básicos de um sistema de gestão ambiental. As melhorias contínuas a que se faz referência na norma reportam-se a melhorias continuas no sistema gerencial, e não no desempenho ambiental diretamente. A finalidade principal de um sistema de gestão ambiental é a de fornecer a uma organização um processo estruturado e um contexto de trabalho com os quais ela possa alcançar e controlar sistematicamente o nível de desempenho ambiental que estabelecer para si. O nível real de desempenho, os sucessos e o resultado em relação a todo o entorno, depende do contexto econômico, da regulamentação e de outras circunstancias que impactam direta e indiretamente o processo. Não há exigência internacional oficial para as empresas alcançarem a certificação, porém isto não significa que não há pressão para a obtenção da certificação ISO 14001, elas são opcionais dentro das empresas. As empresas, em especial as associadas à poluição ambiental, estão entre as principais a buscar a certificação ISO 14001. A certificação ISO 14000 tem como característica não preconizar exigências absolutas no sentido do desempenho ambiental, busca antes de tudo um compromisso, consolidado na política ambiental da empresa, de cumprir e estabelecer legislação e regulamentos para atender ao seu contexto, realizando um programa de melhorias contínuas. Como exemplo temos que na norma ISO 14001, não temos a especificação dos quantitativos de materiais e efluentes que podem ser colocados no meio ambiente. A norma estabelece, entretanto, que a alta direção deve definir e aplicar uma política ambiental na organização de forma a assegurar que : a) A mesma inclua um compromisso de obedecer a legislação ambiental relevante, as regulamentações e outras exigências às quais se propõe a organização" ( ISO 14000 Parágrafo 4.2 Política Ambiental ). Os grupos envolvidos com a questão ambiental, na visão de clientes, têm pregado e buscado pontos que extrapolam o alcance dos resultados positivos da ISO 14001, tais como desenvolvimento sustentável, manutenção da biodiversidade, redução do consumo exagerado, sustentação da economia local e, geralmente, prática do turismo responsável. Para as empresas e interessados na ISO 14001, temos que os resultados positivos têm a maior característica de agregar valor, não se tornando a única solução, sendo desenvolvido de forma que aumente a eficiência e o lucro (monetário e ligado a imagem do produto) . Sob a orientação adequada, a norma ISO 14000 pode ajudar as empresas a alcançarem seus objetivos. Implantação de SGA conforme a norma ISO 14000 Segundo VALLE (1996:41), tendo como objetivo o aprimoramento contínuo das atividades da empresa, através de técnicas que conduzam aos melhores resultados, em harmonia com o meio ambiente, deve-se realizar e seguir normas e diretrizes mínimas a partir da política ambiental, alcançando assim o sistema de gestão ambiental: a) Manter canal de comunicação e diálogo permanente com seus empregados e a comunidade, visando ao aperfeiçoamento de ações ambientais conjuntas. b) Manter sistema de gestão ambiental de forma que suas atividades atendam à legislação vigente e aos padrões estabelecidos pela empresa c) Exigir de seus fornecedores produtos e componentes com qualidade ambiental compatível com a de seus próprios produtos. d) Educar e treinar seus funcionários para que atuem sempre de forma ambientalmente correta. e) Desenvolver pesquisas e a adoção de novas tecnologias que reduzam os impactos ambientais e contribuam para a redução do consumo de matérias-primas, água e energia. f) Assegurar-se de que seus resíduos são transportados corretamente e em segurança até o destino estabelecido, de acordo com as práticas ambientais reconhecidas. http://www.gestaoambiental.com.br/articles.php?id=10 acessado em 05/05/2010 PRODUTOS VERDES Mercado de produtos verdes está em alta Demanda por qualidade de vida aumenta opções ecologicamente corretas Redação Portal CONPET 20/10/2006 A luta social para conscientizar os cidadãos da necessidade de preservação da natureza parece estar dando resultado. Uma tendência que se abre no mercado é o marketing verde, ou seja, as empresas passaram a oferecer uma gama de novas opções para pessoas que valorizam a aquisição de produtos e serviços rotulados como 'verdes'. O rol dos ecologicamente corretos encontrados nas prateleiras dos supermercados não se restringe mais aos produtos alimentícios orgânicos (cultivados sem uso de agrotóxicos). A onda de novas invenções ajuda as pessoas a economizarem na hora de ferver a água, melhorar a qualidade do ar das cidades, gastar menos combustível e consumir menos energia, entre outras aplicações. Na opinião da diretora executiva da Mais Projetos Sócio-ambiental, Marilena Lavorato, essa tendência de aparecimento de novos produtos ecologicamente corretos é fruto do crescimento da própria demanda por eles. Em artigo publicado no portal Ambiente Brasil (www.ambientebrasil.com.br), Lavorato afirma que o surgimento do marketing verde surgiu com a necessidade de melhorar a qualidade de vida dos moradores dos grandes centros urbanos. Lavorato ressalta que o mercado é jovem, por isso a concorrência ainda é pequena. Por outro lado, necessita de alto investimento por parte das empresas para o que ela chama de 'construção da cultura de consumo'. Alternativas Já existem utilitários domésticos como a eco-chaleira, que utiliza eletricidade e evita o desperdício de até 36% de energia na hora de ferver a água. O utensílio utiliza 3KW e possui um botão medidor que ferve em uma câmara em separado do reservatório onde a água é depositada, exatamente a quantidade de água necessária e ainda mantém o líquido aquecido por meio de um isolamento térmico. Já o ar condicionado, considerado um dos maiores vilões no consumo de energia elétrica, surge em nova versão que utiliza a energia do gelo para reduzir em até 30% o consumo. O aparelho possui um reservatório de água que é congelada à noite, quando a temperatura ambiente costuma diminuir, economizando a energia que seria usada para fabricar gelo durante o dia.Outra vantagem dos aparelhos desta vez para o bolso, é que em vários países o preço da eletricidade é reduzido após as 20 horas. Outra invenção que promete ajudar as pessoas a consumirem menos eletricidade é o telefone celular com células solares para recarregamento da bateria. Em duas horas de luz solar é possível preencher totalmente sua carga. Não é somente de utensílios pessoais ecologicamente corretos
que a indústria se ocupa de desenvolver. Até mesmo as duas maiores
montadoras de aviões, a norte-americana Boeing e a européia Airbus,
têm projetos de desenvolvimento de aeronaves mais eficientes e
menos poluidoras. O trabalho se volta para as asas que podem conter
pequenos buracos que diminuiriam o arrasto aerodinâmico, e combinado
com materiais mais leves, economizariam combustível, reduzindo
os efeitos das emissões aos níveis de 2005, mesmo com previsão
de aumento do tráfego aéreo dobrar em 2025 em comparação com os
níveis atuais. Uso do novo material reduzirá emissões em 50% em relação a outros plásticos Redação portal CONPET 09/03/2006 Um novo tipo de material para a indústria automotiva está em desenvolvimento no Japão. O chamado "plástico verde" é uma junção entre uma resina de plantas conhecida como sucinato de polibutileno (PBS) e fibra do bambu. A Mitsubishi Motors e o Instituto de Tecnologia Industrial Aichi, criadores do novo plástico, prometem lançar um carro-conceito usando o material em 2007. De acordo com informações da montadora nipônica, em testes de laboratório o "plástico verde" produz até 50% menos dióxido de carbono que o polipropileno, plástico derivado do petróleo. Outro fator destacado pela empresa é a redução da emissão originada por compostos orgânicos voláteis em 85% comparado ao uso de madeiras tradicionais. O PBS é o principal componente do novo plástico. De origem vegetal, contém ácido sucínico, elemento formado pela fermentação do extrato de açúcar da cana ou do milho. A fibra de bambu confere rigidez ao material. O rápido crescimento do vegetal confere ao plástico o desenvolvimento sustentável. Além do "Plástico Verde" a Mitsubishi aproveitou para
divulgar que desenvolve ainda outros dispositivos que valorizam
o meio ambiente para serem instalados em seus veículos, como novos
materiais para os assentos e um novo motor elétrico para os carros
híbridos. Algumas empresas tentam tirar vantagem dessa onda verde, dizendo ao consumidor que seu produto é sustentável, quando não é. Essa malandragem ganhou o nome de greenwash (“lavagem verde”, em inglês). Em 2009, a TerraChoice analisou 2.219 produtos ecológicos nos Estados Unidos, e 98% deles apresentavam ao menos um problema de informação sobre suas características e qualidades. Por isso, é bom abrir o olho e checar se, de fato, os produtos são sustentáveis. Verdade Inconveniente separou algumas propagandas que ficaram conhecidas mundialmente pela distorção das características ecológicas. http://colunas.galileu.globo.com/verdadeinconveniente/2010/04/23/verde-desbotado/ acessado em 05/05/2010 Alguns Produtos verdes vendem menos: por quê? Os sérios problemas ambientais que afetavam o mundo foram a causa
da convocação pela Assembléia Geral da Organização das Nações
Unidas (ONU), em 1968, da Conferência das Nações Unidas sobre
o Meio Ambiente Humano, que veio a se realizar em junho de 1972
em Estocolmo. Essa Conferência chamou a atenção das nações para
o fato de que a ação humana estava causando séria degradação da
natureza e criando severos riscos para o bem estar e para a própria
sobrevivência da humanidade. Foi marcada por uma visão antropocêntrica
de mundo, em que o homem era tido como o centro de toda a atividade
realizada no planeta, desconsiderando o fato de a espécie humana
ser parte da grande cadeia ecológica que rege a vida na Terra. 1968 a 1972 - CLUBE DE ROMA FONTE: http://amaliagodoy.blogspot.com/2007/09/ desenvolvimento-sustentvel-evoluo.html acessado em 18/03/2010 Um dos documentos mais importantes, em termos de repercussão entre os cientistas e os governantes foi o Relatório Meadows, conhecido como Relatório do Clube de Roma e o que propõe crescimento econômico zero e influenciou, de maneira decisiva, o debate na conferência de Estocolmo. Ele não surge por um acaso. Em 1966, Dr. Aurélio Peccei, top manager da Fiat e Olivetti e diretor da Italconsult, manifestou sua preocupação com a economia e o desejo de ter algumas respostas. Recebeu donativos da Volswagen, Ford, Olivetti e outras. Em 1968, constituiu-se o Clube de Roma, composto por cientistas, industriais e políticos, que tinha como objetivo discutir e analisar os limites do crescimento econômico levando em conta o uso crescente dos recursos naturais. Detectaram que os maiores problemas eram: industrialização acelerada, rápido crescimento demográfico, escassez de alimentos, esgotamento de recursos não renováveis, deterioração do meio ambiente. Tinham uma visão ecocentrica e definiam que o grande problema estava na pressão da população sobre o meio ambiente. No ano de 1972, o grupo de pesquisadores liderado por Dennis L. Meadows publicou o estudo intitulado "Os Limites do crescimento". No estudo, fazendo uma projeção para cem anos (sem levar em conta o progresso tecnológico e a possibilidade de descoberta de novos materiais) apontou-se que, para atingir a estabilidade econômica e respeitar a finitude dos recursos naturais é necessário congelar o crescimento da população global e do capital industrial. Tal posição significava uma clara rediscussão das velhas teses de Malthus sobre os perigos do crescimento da população mundial. A tese do Crescimento Zero era um ataque direto às teorias de crescimento econômico contínuo propalados pelas teorias econômicas. O relatório teve repercussão internacional, principalmente, no direcionamento do debate caloroso que ocorreu, no mesmo ano de 1972, na Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente Humano, conhecida como Conferência de Estocolmo. 1987-RELATÓRIO BRUNDTLAND: Relatório “Nosso futuro Comum” Fonte: http://amaliagodoy.blogspot.com/2008/08/ relatrio-brundtland.html acessado em 18/03/2010 Em abril de 1987, divulga-se o relatório "Our Common Future" (Nosso Futuro Comum). O Relatório Brundtland, como é conhecido, foi resultado do trabalho de uma comissão, que teve como presidentes Gro Harlem Brundtland e Mansour Khalid, daí o nome do relatório final. A comissão, composta por ONGs e cientistas do mundo inteiro, foi criada pela Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, da Organização das Nações Unidas, em 1983. Seu trabalho durou quatro anos e envolveu a realização de discussões no mundo todo. O relatório apresenta uma visão complexa das causas dos problemas sócio-econômicos e ecológicos da sociedade e as inter-relações entre a economia, tecnologia, sociedade e política. Chama também atenção para uma nova postura ética, caracterizada
pela responsabilidade tanto entre as gerações quanto entre os
membros da sociedade atual. O conceito de desenvolvimento sustentável mundialmente conhecido
é “O desenvolvimento que satisfaz as necessidade da geração presente
sem comprometer a capacidade de as gerações futuras satisfazerem
as suas próprias necessidades” (RELATÓRIO BRUNDTLAND, 1991:46). (...) Como funciona o IPCC? O IPCC é formado por um grupo técnico responsável pela coordenação do Painel, na qual é responsável pela composição de três grupos de cientistas. O primeiro grupo é responsável pelas bases científicas das mudanças climáticas; o segundo avalia os impactos das mudanças climáticas sobre o meio ambiente e sobre as pessoas; o terceiro grupo estuda possíveis soluções para diminuir os impactos das mudanças climáticas. A quarta reunião do IPCC contou com a presença de 2.500 cientistas de 130 países. Os estudos do IPCC têm sido confirmados através de elevadas temperaturas no verão, e nas catástrofes ocorridas em Nova Orleans – EUA e no Caribe
As metas de redução de gases não são homogêneas a todos os países, colocando níveis diferenciados de redução para os 38 países que mais emitem gases, o protocolo prevê ainda a diminuição da emissão de gases dos países que compõe a União Européia em 8%, já os Estados Unidos em 7% e Japão em 6%. Países em franco desenvolvimento como Brasil, México, Argentina, Índia e principalmente a China, não receberam metas de redução, pelo menos momentaneamente. O Protocolo de Kyoto não apenas discute e implanta medidas de
redução de gases, mas também incentiva e estabelece medidas com
intuito de substituir produtos oriundos do petróleo por outros
que provocam menos impacto. Diante das metas estabelecidas o maior
emissor de gases do mundo, Estados Unidos, se desligou em 2001
do protocolo, alegando que a redução iria comprometer o desenvolvimento
econômico do país. da Folha Online A Rio +10, ou Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, é o segundo encontro do ONU (Organização das Nações Unidas) a discutir o uso dos recursos naturais sem ferir o ambiente. Segundo a organização, cerca de cem chefes de Estado e mais de 15 mil representantes da sociedade civil e de ONGs (organizações não-governamentais) devem participar. O evento, que aconteceu entre 26 de agosto e 4 de setembro em Johannesburgo (África do Sul), deve avaliar o progresso feito na década transcorrida desde a Eco-92 na questão ambiental. Espera-se que ela produza mecanismos de implementação da Agenda 21, um volumoso programa de ação global proposto em 1992 no Rio de Janeiro. Em 1997, durante um sessão especial da Assembléia Geral das Nações Unidas (chamada de "Rio +5"), percebeu-se que existiam diversas lacunas nos resultados da Agenda 21. A assembléia detectou a necessidade de ratificação e implementação mais eficiente das convenções e acordos internacionais referentes a ambiente e desenvolvimento. Assim, em 2000, a Comissão de Desenvolvimento Sustentável da ONU sugeriu a realização de uma nova cúpula mundial.
A COP15, como o nome já sugere, é o décimo quinto encontro realizado pelos países signatários da Convenção Marco sobre Mudança Climática, acordo firmado durante a ECO-92, no Rio de Janeiro, que estabeleceu diretrizes para uma coordenação internacional contra o aquecimento global. A Convenção acontecerá em Copenhague, na Dinamarca, entre os dias 7 e 18 de dezembro de 2009. Negociar, redigir e aprovar os termos da segunda parte do Protocolo de Kyoto – a primeira foi elaborada e definida em 1997, entrou em vigor em 2005 e expira em 2012. Essa continuidade do Protocolo estabeleceria novas metas de redução da emissão de gases de efeito estufa a serem cumpridas a partir de 2013 ou 2014. O debate central deve ser sobre a diminuição das emissões de gases causadores do efeito estufa, sobretudo o dióxido de carbono (CO2) – as propostas prevêem reduções de 25% a 40% até 2020, com base em valores obtidos em 1990. O objetivo é bem mais ousado do que o estipulado pela primeira parte do Protocolo, que era de reduzir em 5% as emissões entre 2008 e 2012. Naquela época, o cumprimento desta meta coube apenas aos países desenvolvidos – o Brasil e a Índia, por exemplo, não foram enquadrados na regra. Esta determinação, no entanto, deve ser revista em Copenhague e deve ser outro tema de importância nas discussões. Os países em desenvolvimento, como o Brasil, a China e a Índia, cuja participação na poluição mundial vem aumentando significativamente. Também se destacam nações desenvolvidas como as da Europa, os EUA e o Canadá, que tradicionalmente são as que mais emitem poluentes. O Brasil deverá ser a favor de que os países em desenvolvimento também reduzam suas emissões. Esse posicionamento está alinhado com o Plano Nacional de Mudança Climática, que previu, por exemplo, a redução do desmatamento na Amazônia em 70% até 2017 – a atividade é a principal fonte de emissões de dióxido de carbono no país. A primeira Convenção sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas aconteceu em Berlim, na Alemanha, em 1995. Foi então que o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) publicou seu segundo relatório sobre o impacto do aquecimento global no planeta. A primeira delas foi a ECO-92, no Rio de Janeiro, quando mais de 160 governos assinaram a Convenção Marco sobre Mudança Climática, dando início ao combate ao aquecimento global. Cinco anos depois, em Kyoto, no Japão, outro encontro negociou um acordo para reduzir a emissão de gases de efeito estufa – 84 países aderiram. O Protocolo de Kyoto, como ficou conhecido o tratado, entrou em vigor em 2005 com 150 nações signatárias. No final de 2007, durante a 13ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, na Indonésia, os participantes concordaram em iniciar negociações para formular a segunda parte de Kyoto. Os maiores emissores de dióxido de carbono são, em ordem decrescente: China, EUA, Rússia, Índia, Japão, Alemanha, Canadá, Grã-Bretanha, Coreia do Sul e Irã. O Brasil ocupa a 17ª posição no ranking.
Vantagens Vantagens : É inesgotável; Não emite gases poluentes nem gera resíduos; Diminui a emissão de gases de efeito de estufa (GEE). Desvantagens: A intermitência, ou seja, nem sempre o vento sopra quando a electricidade é necessária, tornando difícil a integração da sua produção no programa de exploração; Pode ser ultrapassado com as pilhas de combustível (H2) ou com a técnica da bombagem hidroeléctrica. ENERGIA BIOMASSA A biomassa (massa biológica) é a quantidade de matéria orgânica produzida numa determinada área de um terreno. A biomassa é capaz de gerar gases que são transformados, em usinas específicas, em energia.Esta energia é resultado da decomposição de materiais orgânicos como, por exemplo, esterco, madeira, resíduos agrícolas, restos de alimentos entre outros. Vantagens: Baixo custo de aquisição; Não emite dióxido de enxofre; As cinzas são menos agressivas ao meio ambiente que as provenientes de combustíveis fósseis; Menor corrosão dos equipamentos (caldeiras, fornos); Menor risco ambiental; Recurso renovável; Emissões não contribuem para o efeito estufa. Desvantagens: Menor poder calorífico; Maior possibilidade de geração de material particulado para a atmosfera. Isto significa maior custo de investimento para a caldeira e os equipamentos para remoção de material particulado; Dificuldades no estoque e armazenamento. ENERGIA NUCLEAR Energia nuclear é a energia liberada numa reação nuclear, ou seja, em processos de transformação de núcleos atômicos. A tecnologia nuclear tem a finalidade de aproveitar a energia nuclear, convertendo o calor emitido na reação em energia elétrica.
· Não contribui para o efeito de estufa (principal); · Não polui o ar com gases de enxofre, nitrogénio, particulados, etc.; · Não utiliza grandes áreas de terreno: a central requer pequenos espaços para sua instalação; · Não depende da sazonalidade climática (nem das chuvas, nem dos ventos); · Pouco ou quase nenhum impacto sobre a biosfera; · Grande disponibilidade de combustível; · É a fonte mais concentrada de geração de energia; · A quantidade de resíduos radioactivos gerados é extremamente pequena e compacta; · A tecnologia do processo é bastante conhecida; · O risco de transporte do combustível é significativamente menor quando comparado ao gás e ao óleo das termoelétricas; · Não necessita de armazenamento da energia produzida em baterias; Desvantagens: · Necessidade de armazenar o resíduo nuclear em locais isolados e protegidos*; · Necessidade de isolar a central após o seu encerramento; · É mais cara quando comparada às demais fontes de energia; · Os resíduos produzidos emitem radioatividade durante muitos anos; · Dificuldades no armazenamento dos resíduos, principalmente em questões de localização e segurança; · Pode interferir com ecossistemas; · Grande risco de acidente na central nuclear. ENERGIA GEOTÉRMICA Energia geotérmica ou energia geotermal é a energia obtida a partir do calor proveniente da Terra, mais precisamente do seu interior. Devido a necessidade de se obter energia elétrica de uma maneira mais limpa e em quantidades cada vez maiores, foi desenvolvido um modo de aproveitar esse calor para a geração de eletricidade. Hoje a grande parte da energia elétrica provém da queima de combustíveis fósseis, como o petróleo e o carvão mineral, métodos esses muito poluentes.
· Permitem poupar energia (75% de electricidade numa casa) uma vez que substituem ar condicionado e aquecedores eléctricos. · São muito flexíveis, uma vez que podem ser facilmente subdivididos ou expandidos para um melhor enquadramento, (e aproveitamento de energia) num edifício, e isto, ficando relativamente barato. · Libertam relativamente menos gases poluentes para a atmosfera que outras fontes de energia não renováveis, como indicam os seguintes dados: Desvantagens: Se não for usado em pequenas zonas onde o calor do interior da Terra vem á superfície através de géiseres e vulcões, então a perfuração dos solos para a introdução de canos é dispendiosa. Os anti-gelificantes usados nas zonas mais frias são poluentes: apesar de terem uma baixa toxicidade, alguns produzem CFCs e HCFCs. Este sistema tem um custo inicial elevado, e a barata manutenção da bomba de sucção de calor (que por estar situada no interior da Terra ou dentro de um edifício não está exposta ao mau tempo e a vandalismo), é contrabalançada pelo elevado custo de manutenção dos canos (onde a água causa corrosão e depósitos minerais). ENERGIA MAREMOTRIZ OU DAS MÁRES Energia maremotriz é o modo de geração de eletricidade através da utilização da energia contida no movimento de massas de água devido às marés. Dois tipos de energia maremotriz podem ser obtidas: energia cinética das correntes devido às marés e energia potencial pela diferença de altura entre as marés alta e baixa.
Vantagens : · Independência do petróleo; · Não polui o ar. Desvantagens: · Alto custo para a construção da barragem; · Alterações no nível das marés; · Alterações nas correntes de marés; · Alterações no ecossistema; · Há poucos sítios favoráveis para barragens; · Fornece energia por apenas dez horas por dia. ENERGIA HÍDRICA OU HIDRAÚLICA A energia hidráulica ou energia hídrica é a energia obtida a partir da energia potencial de uma massa de água. A forma na qual ela se manifesta na natureza é nos fluxos de água, como rios e lagos e pode ser aproveitada por meio de um desnível ou queda d'água. Pode ser convertida na forma de energia mecânica (rotação de um eixo) através de turbinas hidráulicas ou moinhos de água. As turbinas por sua vez podem ser usadas como acionamento de um equipamento industrial, como um compressor, ou de um gerador elétrico, com a finalidade de prover energia elétrica para uma rede de energia. Há produção de energia elétrica sem necessidade de poluição. A energia é produzida a partir de uma fonte contínua, neste caso, o movimento da água Possível regulação do fluxo de inundações de um rio. Baixíssimo custo de produção. Desvantagens: Há impactos geográficos e biológicos na construção de uma barragem, pois este elemento arquitectónico altera a fauna e flora do local onde é construído, a sua paisagem, a sedimentação, entre outros. Devido a este impacto, muitas vezes, a energia hidroelétrica não é considerada uma energia renovável. Dependendo do tipo de relevo e da região onde se encontra o empreendimento, as hidroeléctricas podem também ocasionar o alagamento de terras e o deslocamento de populações ribeirinhas. ENERGIA FOTOVOLTÁICA A energia fotovoltaica resulta da transformação direta da luz em energia elétrica por meio de células geralmente à base de silício. Para obter um potencial suficiente, as células devem estar associadas entre si para constituírem um painel solar. Como os painéis fotovoltaicos produzem correntes contínuas (como as pilhas), é necessário convertê-las, com ajuda de um conversor, em corrente alternativa (comparável àquela que alimenta os aparelhos de televisão, os computadores, as geladeiras, etc.).
A energia fotovoltaica é uma das mais promissoras fontes de energia renováveis. A vantagem mais clara é a quase total ausência de poluição. Além desta vantagem a ausência de partes móveis susceptíveis de partir, não produz cheiros ou ruídos, têm baixa ou nenhuma manutenção, e com tempo de vida elevados para os módulos. Desvantagens: Uma das principais limitações dos dispositivos fotovoltaicos é o seu baixo rendimento, isto é, uma baixa conversão da energia solar em energia eléctrica. A razão deste facto reside fundamentalmente na deficiente exploração do espectro da radiação incidente (sol) por parte dos dispositivos. Outro inconveniente é os custos de produção dos painéis, estes devidos principalmente à pouca disponibilidade de grandes quantidades de materiais semicondutores, e de processos de obtenção, por vezes, muito caros. No entanto este factor está progressivamente a desaparecer com os desenvolvimentos das deposições e das microtecnologias. Vantagens: Baixo custo. Tecnologia simples. Desvantagens: Calor excessivo. Poluição. ENERGIA TÉRMICA Energia térmica ET é uma forma de energia que está diretamente associada à temperatura absoluta T de um sistema, e corresponde à soma das energias cinéticas. E que suas partículas constituintes possuem em virtude de seus movimentos de translação, vibração ou rotação. Assume-se um referencial inercial sob o centro de massa do sistema. A energia térmica de um corpo macroscópico corresponde à soma das energias cinéticas de seus constituintes microscópicos. À transferência de energia térmica de um sistema termodinâmico a outro se dá o nome de calor. MATERIAL ADICIONAL SO http://www.alterima.com.br/noticia_detalhe.asp?InCdMateria=4508 MATERIAL COMPLEMENTAR LEGISLAÇÃO AMBIENTAL Fonte: http://www.boletimjuridico.com.br/doutrina/texto.asp?id=1147 acessado em 15/03/2010 Ao falarmos sobre direito ambiental, estamos falando sobre um direito que é estendido a todos, sendo portanto, de interesse publico. Disso importa dizer que, a todos pertence o direito de usufruir, bem como a obrigação de respeitar o meio ambiente, sendo defeso a qualquer individuo, o privilégio de usufruir deste particularmente, respeitando o brocado “in dúbio pro ambiente”, na dúvida a favor da natureza, em caso por exemplo de insuficiência de provas se favorecerá a natureza, ao contrário do direito penal onde o in dúbio é pro réu. Brasil está em 24° entre produtores de energia eólica, diz conselho Fonte: http://lexuniversal.com/pt/news/7661 acessado em 18/03/2010 Brasil 03/02/2009 Agência Câmara
O secretário-executivo do Conselho Global de Energia Eólica, Steve Sawyer, afirmou que o Brasil está apenas na 24ª posição no ranking dos maiores produtores de energia eólica, com 341 Megawatts, enquanto o primeiro lugar é dos Estados Unidos, com 25 mil Megawatts. Sawyer participou nesta tarde de audiência pública da Comissão Especial de Fontes Renováveis de Energia. Na audiência, Sawyer informou que a produção de energia eólica em âmbito mundial triplicou entre 2003 e 2008, quando a capacidade instalada de produção subiu de 40 mil para 120 mil Megawatts. Esse crescimento, no entanto, ficou concentrado na Europa, na América do Norte e na Ásia. Já na América Latina e na África, o crescimento da energia eólica foi pequeno. Segundo o secretário, o Brasil é o maior produtor desse tipo de energia na América Latina (341 de um total de 625 Megawatts). O México é o segundo colocado, com 85 Megawatts. No ranking mundial, após os Estados Unidos, os maiores produtores de energia eólica são Alemanha, China, Espanha e Índia. Reciclagem Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A reciclagem é o termo geralmente utilizado para designar o reaproveitamento de materiais beneficiados como matéria-prima para um novo produto. Muitos materiais podem ser reciclados e os exemplos mais comuns são o papel, o vidro, o metal e o plástico. As maiores vantagens da reciclagem são a minimização da utilização de fontes naturais, muitas vezes não renováveis; e a minimização da quantidade de resíduos que necessita de tratamento final, como aterramento, ou incineração. O processo de reciclagem é : Coleta, separação, compostagem, Aterro sanitário. Compostagem é o conjunto de técnicas aplicadas para controlar a decomposição de materiais orgânicos, com a finalidade de obter, no menor tempo possível, um material estável, rico em húmus e nutrientes minerais; com atributos físicos, químicos e biológicos superiores (sob o aspecto agronômico) àqueles encontrados na(s) matéria(s) prima(s). ATERRO SANITÁRIO Fonte: http://www.suapesquisa.com/o_que_e/ ![]() ![]() Definição Aterro sanitário é uma espécie de depósito onde são descartados resíduos sólidos (lixo) provenientes de residências, indústrias, hospitais e construções. Grande parte deste lixo é formada por não recicláveis. Porém, como a coleta seletiva ainda não ocorre plenamente, é comum encontrarmos nos aterros sanitários plásticos, vidros, metais e papéis. Os aterros sanitários são construídos, na maioria das vezes, em locais distantes das cidades. Isto ocorre em função do mal cheiro e da possibilidade de contaminação do solo e de águas subterrâneas. Porém, existem, atualmente, normas rígidas que regulam a implantação de aterros sanitários. Estes devem possuir um controle da quantidade e tipo de lixo, sistemas de proteção ao meio ambiente e monitoramento ambiental. Os aterros sanitários são importantes, pois solucionam parte dos problemas causados pelo excesso de lixo gerado nas grandes cidades.
Brasil pode ter 3∨dm; maior campo de petróleo do mundo; governo pede cautela. Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u392021.shtml acessado em 15/03/2010 CIRILO JUNIOR da Folha Online, no Rio LORENNA RODRIGUES com Folha Online, em Brasília (...) Tupi Anunciado em novembro do ano passado, o megacampo de Tupi, na Bacia de Santos, tem uma reserva estimada pela Petrobras entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris de petróleo, sendo considerado uma das maiores descobertas de petróleo do mundo dos últimos sete anos. Para termos de comparação, as reservas provadas de petróleo e gás natural da Petrobras no Brasil ficaram em 13,920 bilhões boe (barris de óleo equivalente) em 2007, segundo o critério adotado pela ANP.
PLATAFORMA DE PETRÓLEO
RESERVAS BRASILEIRAS DE PETRÓLEO
CAMPO DE TUPI
O QUE SÃO BIOCOMBUSTÍVEIS Os biocombustíveis -também chamados de agrocombustíveis- são oriundos da transformação da biomassa, resíduos agroindustriais, isto é, das matérias orgânicas. Primeira geração Segunda geração Etanol de segunda geração é essencial à sustentabilidade dos biocombustíveis Thiago Romero - 26/12/2008 FONTE: http://www.inovacaotecnologica.com.br/ Etanol de segunda geração O etanol de segunda geração, produzido a partir da celulose, presente nos resíduos da cana-de-açúcar e em outras matérias-primas vegetais, é uma alternativa fundamental aos cerca de cem países capazes de produzir o combustível renovável e que desejam fazê-lo sem prejudicar a produção de alimentos. (...) "Do ponto de vista da oferta, as tecnologias de primeira geração deverão garantir um crescimento relativamente constante no mercado do etanol até 2018. A partir daí, os produtores mundiais precisarão de tecnologias da geração seguinte. Caso contrário, teremos o limite da oferta em relação à competição entre o uso da terra para a geração de energia e a produção de alimentos", alertou. Transgênicos e biocombustíveis geram críticas ao Brasil 30 de maio de 2008 País deixa de lado papel de “mocinho” cultivado há dois anos em Curitiba e coleciona críticas durante as conferências da ONU sobre biodiversidade e biossegurança realizadas na Alemanha. Governo brasileiro é denunciado por não cumprir o Protocolo de Cartagena. Maurício Thuswohl Fonte: http://www.cartamaior.com.br/templates/ (...) “A postura adotada pelo governo brasileiro aqui na Alemanha
evidencia a sua falta de interesse em sustentar qualquer política
que alie desenvolvimento e sustentabilidade”, afirmou Gabriela
Vuolo, que é coordenadora da campanha de Engenharia Genética
do Greenpeace. Não à precaução (...)
O que é o Fundo Amazônia Fonte: http://www.fundoamazonia.gov.br/FundoAmazonia/
O Fundo Amazônia tem por finalidade captar doações para investimentos não-reembolsáveis em ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, e de promoção da conservação e do uso sustentável das florestas no bioma amazônico, nos termos do Decreto no 6.527, de 1∨dm; de agosto de 2008. Gestão O Fundo Amazônia é gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, que também se incumbe da captação de recursos, da contratação e do monitoramento dos projetos e ações apoiados. (...) Patrimônio e Receitas Os recursos que integram o patrimônio do Fundo Amazônia são provenientes de doações e remunerações líquidas da aplicação de suas disponibilidades. Os doadores deverão depositar os recursos em conta bancária específica de titularidade do BNDES, no Brasil, que será informada após entendimentos entre as partes quanto à efetivação da doação. O saldo dos recursos do Fundo Amazônia não utilizados até o final de cada exercício é transferido para o exercício seguinte em proveito do mesmo Fundo, acrescidos das remunerações líquidas provenientes da aplicação de suas disponibilidades. O exercício Social do Fundo coincide com o exercício social do BNDES (1∨dm; de janeiro a 31 de dezembro). Áreas Temáticas e Resultados Esperados O Fundo Amazônia apoia projetos nas seguintes áreas: · Gestão de florestas públicas e áreas protegidas; · Controle, monitoramento e fiscalização ambiental; · Manejo florestal sustentável; · Atividades econômicas desenvolvidas a partir do uso sustentável da floresta; · Zoneamento ecológico e econômico, ordenamento territorial e regularização fundiária; · Conservação e uso sustentável da biodiversidade; e · Recuperação de áreas desmatadas. Adicionalmente, o Fundo Amazônia pode apoiar o desenvolvimento de sistemas de monitoramento e controle do desmatamento em outros biomas brasileiros e em outros países tropicais. Além da redução das emissões de gases de efeito estufa, as áreas temáticas propostas para apoio pelo Fundo Amazônia podem ser coordenadas de forma a contribuir para a obtenção de resultados significativos na implementação de seus objetivos de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento e de promoção da conservação e do uso sustentável das florestas no bioma amazônico. Consumidores e investidores preferem empresas sustentáveis fonte: http://www.ecogerma.com/ecogerma/Imprensa/wp-content/uploads/2009/03/sustentax-na-ecogerma-20091.pdf acessado em 15/03/2010 A tendência mundial de repensar o papel das empresas e dos negócios em relação à sustentabilidade deverá intensificar-se nos próximos cinco anos, quando os consumidores passarão a dar uma clara preferência às organizações com práticas de responsabilidade social corporativa. A afirmação é de Newton Figueiredo, Presidente do Grupo SustentaX, que atua com estratégias corporativas sustentáveis. “Ações socioambientais que geram valor corporativo precisam fazer parte do planejamento estratégico das empresas. Uma das tendências que precisam ser corrigidas é a aplicação de recursos em projetos sociais ou ambientais que não têm relação com os negócios das corporações”, exemplifica. Nesse sentido, segundo ele, é preciso criar valor para a sociedade e para o negócio, o que faz parte de estratégias competitivas. “Se a empresa vier a ser reconhecida como ética e socioambientalmente responsável, vai perder seus clientes, de forma progressiva”. De acordo com Figueiredo, o que está por trás da responsabilidade social corporativa é a batalha pela preservação do capital. “Dado ao processo acelerado de deterioração do meio ambiente, de mudanças climáticas, de problemas sociais crescentes e de uma forte crise no capitalismo, o mundo passou a preocupar-se cada vez mais com práticas éticas e sustentáveis”, afirma. E quem irá liderar essa mudança no mundo? “Serão as empresas que passarem a incorporar as práticas sustentáveis na estratégia de seus negócios”. Para ele, o avanço da sustentabilidade é inexorável: “Em pouco tempo, os consumidores e os investidores dividirão as empresas em dois grupos apenas: aquelas que serão reconhecidas por suas práticas sustentáveis e por sua legítima contribuição para um mundo melhor e as outras que preferirão ignorar essa tendência”. Índice de Sustentabilidade Empresarial – ISE Fonte: http://www.bmfbovespa.com.br/indices/
Apresentação Já há alguns anos iniciou-se uma tendência mundial dos investidores procurarem empresas socialmente responsáveis, sustentáveis e rentáveis para aplicar seus recursos. Tais aplicações, denominadas “investimentos socialmente responsáveis” (“SRI”), consideram que empresas sustentáveis geram valor para o acionista no longo prazo, pois estão mais preparadas para enfrentar riscos econômicos, sociais e ambientais. Essa demanda veio se fortalecendo ao longo do tempo e hoje é amplamente atendida por vários instrumentos financeiros no mercado internacional. No Brasil, essa tendência já teve início e há expectativa de que ela cresça e se consolide rapidamente. Atentas a isso, a BM&FBOVESPA, em conjunto com várias instituições – ABRAPP, ANBID, APIMEC, IBGC, IFC, Instituto ETHOS e Ministério do Meio Ambiente – decidiram unir esforços para criar um índice de ações que seja um referencial para os investimentos socialmente responsáveis, o ISE - Índice de Sustentabilidade Empresarial. Nesse sentido, essas organizações formaram um Conselho Deliberativo presidido pela BM&FBOVESPA, que é o órgão responsável pelo desenvolvimento do ISE. Posteriormente, o Conselho passou a contar também com o PNUMA em sua composição. A Bolsa é responsável pelo cálculo e pela gestão técnica do índice. O ISE tem por objetivo refletir o retorno de uma carteira composta por ações de empresas com reconhecido comprometimento com a responsabilidade social e a sustentabilidade empresarial, e também atuar como promotor das boas práticas no meio empresarial brasileiro. Obs.: O Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social está suspenso do Conselho Deliberativo do ISE no período da carteira 2008/2009 GÁS NATURAL Fonte: http://www.brasilescola.com/ (...) É uma fonte energética encontrada na natureza em duas formas distintas. Ele pode ser obtido em jazidas e através da queima de biomassa (bagaço de cana-de-açúcar). O gás natural encontrado em jazidas normalmente está associado ao petróleo. Constitui reservas finitas, e, conforme pesquisas realizadas pela IEA (Agência Internacional de Energia), caso se mantenha o ritmo de consumo médio da última década, as jazidas de gás natural irão se esgotar em 100 anos. Essa fonte energética agride menos o meio ambiente que o petróleo e o carvão mineral. No entanto, por ser de origem fóssil, sua combustão contribui para o efeito de estufa. Já o gás natural, obtido através da queima de biomassa, é um
combustível renovável, sua utilização é menos impactante e os
custos econômicos são menores. Por Wagner de Cerqueira e Francisco Biomassa Material orgânico pode ser combustível Fonte: http://educacao.uol.com.br/geografia/ult1694u392.jhtm acessado em 16/03/2010 Ronaldo Decicino* Biomassa é um material constituído por substâncias de origem orgânica (vegetal, animal e microrganismos). Plantas, animais e seus derivados são biomassa. A utilização como combustível pode ser feita a partir de sua forma bruta, como madeira, produtos e resíduos agrícolas, resíduos florestais, resíduos pecuários, excrementos de animais e lixo. Ao contrário das fontes fósseis de energia, como o petróleo e o carvão mineral, a biomassa é renovável em curto intervalo de tempo. A renovação da biomassa ocorre através do ciclo do carbono, ou seja, a decomposição ou a queima de matéria orgânica ou seus derivados provoca a liberação de CO2 na atmosfera. As plantas, através da fotossíntese, transformam o CO2 e água em hidratos de carbono, liberando oxigênio. Dessa forma, o uso adequado da biomassa não altera a composição média da atmosfera ao longo do tempo CARVÃO MINERAL
O carvão mineral é um combustível fóssil natural extraído do solo por processos de mineração. É um mineral de cor preta ou marrom prontamente combustível. É composto primeiramente por átomos de carbono e magnésio sob a forma de betumes. Dos diversos combustíveis produzidos e conservados pela natureza sob a forma fossilizada, acredita-se ser o carvão mineral o mais abundante. Consequências do uso do carvão Quando o carvão mineral é queimado para ser transformado em energia, a libertação de dióxido de carbono causa poluição na atmosfera, agravando o aquecimento global. Na década de 1950, a poluição atmosférica devido ao uso do carvão causou elevado número de mortes e deixou milhares de doentes em Londres, durante "o grande nevoeiro de 1952". Libera poluentes como dióxido de carbono e óxidos de nitrogênio; contribui para a chuva ácida. Tempo de formação O carvão, por ser formado com o calor e a pressão por resíduos de densas florestas que cobriram a Terra há milhões de anos, leva em média 60 mil anos para ser formado. XISTO BETUMINOSO Fonte: http://br.answers.yahoo.com/
Trata-se de uma rocha que contém óleo semelhante ao petróleo em seu interior. Se for retirado, poderá produzir os mesmos derivados do petróleo gasolina, óleo diesel, óleo combustível e gás. As maiores jazidas da América se encontram nos EUA, no Canadá e no Brasil. Este último por intermédio da Petrobrás, fez experiências para a extração do óleo do xisto numa usina experimental no Paraná. O Processo foi paralisado durante duas décadas e em meados de 2000 a empresa cogitava retomar as operações. Draga Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. ![]() ![]() ![]() A draga é um tipo especial de embarcação, projetado para executar várias funções que digam respeito ao fundo de qualquer curso d´água, não muito profundo e para limpar a água. Sua função mais comum é a de aprofundar portos e vias navegáveis removendo parte do fundo do mar ou do leito dos rios e canais. Geralmente junto à draga operam uma chata e um rebocador, para recolhimento e descarte do material extraído. Uma draga móvel é uma embarcação para desassoreamento dos leitos dos rios e mares, tendo capacidade própria para transportar e bascular os dejetos e/ou minérios. Há dragas móveis de diversas capacidades e tamanhos. Dragagem Técnica de engenharia utilizada para remoção de materiais, solo, sedimentos e rochas do fundo de corpos de água, através de equipamentos denominados “dragas”. Estes equipamentos operam em sistemas adequados ao material a ser dragado e a sua forma de disposição. Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, mais conhecido pelo acrônimo IBAMA, é uma autarquia federal vinculada ao Ministério do Meio Ambiente (MMA). É o órgão executivo responsável pela execução da Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA) e desenvolve diversas atividades para a preservação e conservação do patrimônio natural, exercendo o controle e a fiscalização sobre o uso dos recursos naturais (água, flora, fauna, solo, etc). Também cabe a ele realizar estudos ambientais e conceder licenças ambientais para empreendimentos de impacto nacional. Agrotóxicos e Seus Efeitos Sobre o Meio Ambiente Fonte: http://www.ceedo.com.br/bkup/mgraca2.htm acessado em 15/03/2010 Através de estudos ficou comprovado o fenômeno da biocumulação dos agrotóxicos nos seres vivos, inclusive no homem, causando mutações genéticas que induzem ao câncer. Resultados de pesquisas realizadas em diferentes partes do mundo, estudos com animais, populações rerais expostas a pesticidas, apontam para uma relação entre a contaminaçõa entre estas substâncias e o aumento na incidência de tumores de diversos tipos. Os resíduos das substâncias químicas permanecem no solo, entram e alojam-se no corpo dos peixes, dos pássaros, dos répteis, dos animais selvagens, em minhocas, nos ovos das aves e no próprio homem, além de aparecerem no leite das mães (CARSON, 1988). No Brasil e no mundo está se travando uma verdadeira batalha para melhorar a qualidade de vida dos seres da natureza e não somente dos humanos. Os venenos usados na agricultura continuam “ceifando vidas”. Na verdade os usuários de agrotóxicos como os consumidores pouco sabem da consequências nefastas para a vida do nosso planeta. Profª Maria da Graça Garcia Marcon Profª do Colégio Estadual Dr. Dorvalino Luciano de Souza Para esfriar o planeta Contribuição de Clipex 03 de maio de 2008 Última Atualização 03 de maio de 2008 Fonte: http://www.yousol.com/j/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=3160 acessado em 16/03/2010 Para esfriar o planeta, querem lançar enxofre na atmosfera para repetir a ação provocada pela erupção dos antigos vulcões, que reduziu a temperatura da Terra Por LUCIANA SGARBI A solução para o tão decantado aquecimento global pode estar num verdadeiro balde de água fria. A tese é do renomado químico holandês Paul Crutzen, professor na Alemanha do Max- Planck Institute for Chemistry e prêmio Nobel por seus estudos sobre a formação e decomposição do ozônio na atmosfera terrestre. Segundo Crutzen, em um ano teríamos as mesmas condições ambientais de três décadas atrás se o seu método fosse seguido: cobrir a atmosfera com uma camada de enxofre para que ela reflita os raios solares e, assim, abrande o aquecimento. Essa injeção de partículas de enxofre, mais precisamente na estratosfera (a mais alta camada da atmosfera), resfriaria o planeta e daria tempo para os seres humanos reduzirem as emissões de gases causadores do efeito estufa, o enxofre não seria, dessa forma, uma solução em si, mas funcionaria como um potente redutor de danos. As suas partículas seriam despejadas por balões de alta altitude ou lançadas à camada estratosférica por uma artilharia pesada. Uma vez espalhadas pelo ar, elas funcionariam como minúsculos espelhos mandando a luz do sol de volta para o espaço. Fonte: IstoEPara esfriar o planeta Agora querem lançar enxofre na atmosfera para repetir a ação provocada pela erupção dos antigos vulcões, que reduziu atemperatura da Terra. AGENDA 21
Com a assinatura de 179 países que adotaram a AGENDA 21 pode-se dizer que foi um dos principais resultados da conferência ECO-92, ocorrida no Rio de Janeiro em 1992. Este documento mostra o comprometimento dos países em refletir global, nacional e localmente sobre a forma de cooperar nos estudos da solução para problemas sócios ambientais. As ações prioritárias da Agenda 21 brasileira são desenvolvidas com programas de inclusão social, sustentabilidade urbana e rural, preservação dos recursos naturais e minerais e a ética da política para o planejamento rumo ao desenvolvimento sustentável global. O que são as Conferências das Partes? Este material é apenas para referência sobre as cop's não há necessidade de estudo detalhado. Com a entrada em vigor da Convenção do Clima em 1994, representantes dos países signatários da UNFCCC passaram a se reunir anualmente para discutir a sua implementação. Estes encontros são chamados de Conferências das Partes (COPs). Neste caso, Parte é o mesmo que País e a COP constitui o órgão supremo da Convenção do Clima. COP 1 - 1995 Inicia o processo de negociação de metas e prazos específicos para a redução de emissões de gases de efeito estufa para os países desenvolvidos. É sugerida a constituição de um Protocolo.
Fonte: http://www.ipam.org.br/abc/mudancaspergunta/id/26/cont/16 acessado em 02/03/2010 Colaboração do Aluno: Rafael Leite Germano. INSTRUMENTOS USADOS PELO HOMEM QUE CAUSAM INTERFERÊNCIA NA NATUREZA ANTES DOS AVANÇOS DA TECNOLOGIA: ENXADA ![]() ![]() ![]() INSTRUMENTOS USADOS PELO HOMEM QUE CAUSAM INTERFERÊNCIA NA NATUREZA DEPOIS DOS AVANÇOS DA TECNOLOGIA:
SPARWOOD B.C. TITAN CURRICULO PROF. WALTER NA ÁREA DE SUSTENTABILIDADE · 10 anos de experiência como produtor rural (2000-2009) com qualificação legal e registro junto aos órgãos do governo; http://www.agr.feis.unesp.br/oi23082003.htm;e; http://www.mandioca.agr.br/portal/index.php?option=com_agentes_setor&Itemid=94&tipo=servicos (ITEM JK CONSULTORIA EMPRESARIAL). · O prof. Walter percorreu vários estados com a palestra: “Empresário Rural” e “Como ser produtor profissional”; no link o nome do professor está como Valter Roque Gonçalves, ao invés de Walter Roque Gonçalves. http://www.codeagro.sp.gov.br/camaras_setoriais/as_camaras/mandioca/mand_ata29.htm · Foi secretário da Associação de produtores de Aipim do Estado de São Paulo (Apimesp), triênio 2005-2008; http://www.abam.com.br/revista/revista10/rapidas.php (ITEM Eleição na Apmesp). E; http://www.codeagro.sp.gov.br/camaras_setoriais/as_camaras/mandioca/mand_ata23.htm. · Atuou como Secretário da Aprumar associação de produtores rurais de Martinópolis e representante dos produtores junto aos órgãos públicos por 2 anos. · Atuou como Presidente do Grupo de Qualidade da Mandioca Orgânica, farinha e fécula do Estado de São Paulo, projeto ligado diretamente ao secretaria de desenvolvimento e agricultura. · Criou processos de qualidade para seleção de manivas para Aztec, empresa multinacional que na época estava implantando indústrias de Fécula de Mandioca em Crixás – GO. (Referência: Paulo Bueno que na época era um dos diretores da Aztec). · Trouxe tecnologia de ponta para região de Martinópolis-SP, baseadas em pesquisas dos principais órgãos de pesquisa do pais: EMBRAPA, IAC (Instituto Agronômico de Campinas) E CERAT (Centro de Raizes e Amidos Tropicais) da UNESP DE BOTUCATU. Os índices de produtividade foram alterados na região de Martinópolis de 45 ton/alq para 70 ton/alq. http://www.agr.feis.unesp.br/oi23082003.htm · Projeto de uso racional da água para irrigação, juntos aos órgão competente e polícia ambiental. |